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Bruxaria para crianças, ninguém entra na bruxaria por acaso…

Bruxaria para crianças

Ninguém entra na bruxaria por acaso. Primeiro é necessário se interessar por ela e depois descobrir o caminho pelo qual eu posso ser um bruxo (a). Hoje, no mundo das crianças, isso já é algo visível – desde o vocabulário religioso até os rituais mais simples como fazer um feitiço por meio de VODU. Lançar feitiço num colega é comum, mesmo que seja uma simples brincadeira, que mais tarde poderá virar realidade.

Deus pelo seu amor alerta o seu povo sobre a feitiçaria e bruxaria, um bom exemplo é o rei Saul: começou bem, mas terminou mal porque não deu ouvidos á Palavra de Deus. “ Assim morreu Saul por causa da transgressão que cometeu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque buscou a adivinhadores para consultar. E não buscou ao Senhor, que por isso o matou e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé” (1ª Cr 10 v.13-14).

Poderíamos dar uma lista de passagens bíblicas que mostram claramente que Deus abomina a feitiçaria, por isso quero que você pense na vida espiritual e onde você quer que seu filho passe a eternidade. “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idolatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte” (Ap 21 v. 8).

Pais estão sendo levados a fechar os olhos para a semeadura da fantasia. Em uma das matérias o “ Suplemento Diarinho do jornal do Gaande ABC ”, de 10/08/03, nº 1621, dirigido para o público infantil, trazia o título “Quando os filhos se sentem pais”. O depoimento de um pai chama a atenção após definir seu filho como muito inteligente: “ Com ele aprendi coisas que não imaginava, como as raças dos personagens utilizados no RPG, como vampiros, demônios, elfos. Parece que estou no filme de Harry Potter”. Ainda no mesmo depoimento, o pai dizia que comprou até uma espada para entrar no clima do jogo .

REVISTAS ESPECIALIZADAS EM BRUXARIA PARA CRIANÇAS

Depois do ‘carro-chefe’ Harry Potter, a bruxaria teve um crescimento no meio das crianças e até mesmo no meio pedagógico, em vista que muitas professoras têm orientado seus alunos a lerem os livros do pequeno Bruxo. O caderno ZH, do jornal ZERO HORA, de 02/06/03, traz uma matéria com o título “ As bruxas andam soltas na educação”, provando que o tema tem sido tão sedutor, que já virou tese de doutorado de uma socióloga da Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFGRS, basando-se no poder de encantamento das bruxas.

Nas bancas de jornais qualquer criança pode ter acesso a revistas especializadas em bruxaria, uma delas que está fazendo o maior sucesso é a WÍTCH, publicada pela Disney em vários países. Ela chegou ao Brasil com o objetivo de ser a “melhor amiga das meninas”. O próprio site da editora Abril, que comercializa a revista, define que a revista pretende ajudá-las a viver esse período da vida mais preparadas, confiantes e capazes de superar as dificuldades comuns da fase da adolescência. Trazer matérias como astrologia, esoterismo, rituais do mês, seria preparar adolescentes de 9 a 13 anos para a vida? Este é o perfil dos leitores da Witch. A matéria “Pactos – O Poder e a Inconsciência”, da revista Sexto Sentido, ano 3, nº 36, tem uma definição que pode fazer alguns pais pensarem antes de colocar a revista Witch nas mãos de suas crianças. “ Para ser um bruxo, a pessoa precisa ter a bruxaria como propósito de alma, já que é um caminho sem volta. Significa não ser movido por uma necessidade urgente de momento, o que não quer dizer que um bruxo não possa ter as suas necessidades e problemas”. A revista Witch tem ensinado às meninas o que a Bíblia diz para ficarmos longe. Essa revista em seus ‘rituais do mês’, tem levado a criança a ter contato com magias e encantamentos. O ‘ritual do mês’ de novembro de 2002 enfocava o uso do incenso, uma prática religiosa, onde os indianos acreditam que cada incenso reúne energias e contém as forças do elemento terra e que seu cheiro e sua fumaça são meios de falar com os deuses. O ritual chamado “Fumaça Mágica” tem o objetivo de levar uma resposta à garota nas suas decisões importantes. Veja o texto colocado como dica: “ O incenso pode ajudar você a tomar decisões importantes, sabia? Imagine que você está a fim de um garoto e não sabe o que fazer. Daí é só pegar um pedaço de papel e escrever nas quatros bordas opções de coisas que você poderia fazer para se aproximar dele como ligar, mandar um e-mail ou um bilhete, esperar ele vir até você ou pedir para uma amiga falar com ele. Coloque seu incensário em cima do papel e acenda o incenso. A direção que a fumaça tomar vai indicar o que você deve fazer”. Qual é a menina que no período da adolescência não fica gostando de um garoto? Além destas informações, na compra da revista vem o incensário e o incenso. Existem ainda dicas de qual hora é boa para acender o incenso, o que ele pode trazer como bons fluidos e bons sonhos. Esta é uma revista totalmente dedicada às meninas, com intuito claro de levar o conhecimento de práticas de bruxaria, sabendo que esta tem sido uma religião matriarcal.

Marília de Abreu e Antonia Maria de Lima fazem parte da WICCA CIA DAS BRUXAS , um coven que se destina ao ensino e práticas dentro da bruxaria, elas puderam dar a definição de magia na revista Sexto Sentido nº 36: “ Lembrem que, em magia, tudo tem um preço e conseqüência; mesmo um ato aparentemente inofensivo como consultar uma tábua de ouija, ou outros ritos que se encontram com facilidade em livros, podem ter efeitos danosos à sua evolução”.

VODU CONTRA QUEM QUISER

Isso mesmo, a criança pode ter uma iniciação em uma religião que também é politeísta. Mais uma vez a criança descobre que jogar um feitiço no outro para obter um resultado esperado, não é tão ruim assim. Dentre muitas lojas de esoterismo, entrei em uma delas quando do lado de fora pude ver bonequinhos (as) sendo vendidos por R$10,00 e que tinham o título bem grande “VOODU – professor”. A embalagem ainda traz a informação que existem bonequinhos para fazer o VOODU para irmã, irmãos, nora, SOGRA, pai, mãe, chefe, companheiro de trabalho e cunhado(a). Tem de tudo quanto é gosto e o que mais sai você já sabe. O pacotinho contém o bonequinho, uma plaquinha para colocar o nome da pessoa, as fitas para amarrar o boneco conforme a necessidade e as informações necessárias de como proceder conforme a situação. Tudo muito bem explicado para que qualquer criança entenda. Veja as situações que são colocadas: “ Para o vodu representar seu professor, proceda da seguinte maneira. Escreva o nome dele no papel, enrole-o e amarre-o na mão esquerda do VOODU. Assim tudo o que você fizer para o VOODU, afetará a pessoa representada. Conforme o comportamento do seu professor, proceda da seguinte maneira:

q Se seu professor te der bronca na frente de todo mundo, amarre a fita verde em volta da boca do seu Voodu. Assim, ele pensará melhor antes de te dar uma bronca da próxima vez.

q Se seu professor não deixar você sair mais cedo da aula, enforque o Voodu com a fita verde, assim ele deixará você entrar e sair da sala a hora em que você desejar.

q Se seu professor te mandar para a diretoria, amarre a fita em volta da perna direita do Voodu e pendure-o, assim ele vai parar de pegar em seu pé”.

Estas informações estão dentro do “Kit Voodu” e existem mais situações de como agir. Depois de fazer inúmeras recomendações de como usá-lo, no ultimo parágrafo o fabricante avisa que é uma brincadeira ironizando o personagem do professor. “Lembre-se, tudo não passa de uma grande brincadeira. Por isso, você também pode dar o Voodu de presente para o seu professor com um bilhete escrito que você o ‘adora’”.

No entanto, esta é uma brincadeira muito perigosa, porque o Vodu é um boneco que representa uma pessoa, à qual é dirigida o encantamento. O que mais chama a atenção é que no VOODU a representação se baseia na lei da similaridade, o boneco representa a pessoa a ser dirigida uma magia para obter o resultado esperado, anulando a ação de uma pessoa, esperando a reação invocada. Em um dos comerciais de TV, o Voodu já está presente, uma garota faz Voodu para o seu namorado ou ex-namorado.

Vodu não é brincadeira de criança. Por mais que alguns dizem que cabe ao manipulador do boneco utilizar corretamente o poder do Voodu, qualquer criança que detesta o seu professor vai usar as informações para obter os seus objetivos. No Voodu verdadeiro o boneco necessita ter corpo (tronco, membros e cabeça) e o que mais me chama a atenção é que ele precisa ter a representação sexual. Nos bonecos masculinos é necessário o pênis e na mulher os seios; os que estão chegando às crianças não possuem os órgãos genitais, mas são definidos claramente se é masculino ou feminino. Você não compra um boneco e escolhe a quem ele vai representar, ele possui um direcionamento – professor, professora, irmão ou irmã etc…

No ano de 1959, o diretor de uma escola primária no Alabama/EUA, pediu demissão de seu cargo quando recebeu queixas de que a escola estava ensinando práticas Vodu. Em 1962, uma mulher assassinou o marido em Fênix, no Arizona/EUA, enquanto estava “sob encanto do Vodu”. A revista “NEWSWEEK” trouxe a seguinte notícia : ” Os artigos do dia incluem sangue de morcego, pó de cemitério para afastar mau-olhado, velas queimadas para dar fim nos inimigos. O local onde esses artigos eram vendidos não eram posto perdido no meio da selva africana, mas em uma banca do bairro do HARLÉM, na cidade de Nova York. Alarmada com a venda pública e próspera dos objetos VOODUS, a prefeitura de Nova York decidiu fechar todos os pontos desse comércio”. A prática do Vodu é feitiçaria e bruxaria pura .

DESENHOS E FILMES DEDICADOS A BRUXARIA

Infelizmente a sociedade tem recebido informações totalmente deturpadas sobre o que é ser um bruxo e uma bruxa. Como Harry Potter tem sido o carro-chefe, muitas crianças têm sido levadas a pensar que a bruxaria é algo bom. Hoje, em alguns programas infantis existem os desenhos que ensinam encantamentos. Sabrina Aprendiz de Feiticeira é um dos seriados que está sendo exibido no período da tarde; o que dói no coração é que ele faz parte da programação de um canal conhecido como evangélico. De dia carrega para a noite descarregar! Não quero estar na pele de algumas pessoas que se escondem atrás do trabalho, para realizar o que a palavra de Deus diz para não fazer, ainda mais quando estes são líderes de grupos religiosos.

“ O meu povo foi destruído, porque lhe faltou conhecimento, porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim, e visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos. Como se multiplicaram, assim pecaram contra mim; eu mudarei a sua honra em vergonha. Comem da oferta pelo pecado do meu povo, e pela transgressão dele tem desejo ardente. Por isso como é o povo assim será o sacerdote, e castiga-lo-ei segundo os seus caminhos e dar-lhe-ei a recompensa das suas obras. Comerão, mas não se fartarão; entregar-se-ão à luxuria, mas não se multiplicarão; porque deixaram de atentar ao Senhor. A luxuria, e o vinho, e o mosto tiram o coração. O meu povo consulta a sua madeira, e a sua vara lhe responde, porque o espírito da luxuria os engana, e prostituem-se apartando-se da SUJEIÇÃO DO SEU DEUS” (Os 4 v. 6- 12). É triste que o dinheiro e a audiência tem sido um motivo de prostituição para muitos filhos de Deus que possuem um canal de comunicação Hoje Dragon-ball , Yu-Gi-Oh , Slayer são os desenhos mais assistidos do público infantil, pois a busca do poder e o duelo tem sido as armas usadas para alcançar o objetivo, o mal e o bem sempre serão um ponto de partida de qualquer história, a princesa contra a bruxa, o príncipe contra o cavaleiro negro, mas o que vemos nos desenhos é o mal contra o próprio mal.

Devemos analisar as programações que as crianças assistem, o bruxo, o feiticeiro, até mesmo o próprio diabo tem sido personagem em um dos desenhos que para mim traz uma mensagem para os pais pensarem. O desenho é A VACA E O FRANGO, uma vaca e um frango filhos de pais normais, estes pais tem como objetivo de apóia-los mesmo quando os seus atos são errados. O que impressiona é que seus pais nunca aparecem totalmente, estão sempre da cabeça para baixo, e quem toma conta dos garotos, a Vaca e o Frango, é um DEMONIO, literalmente o demônio; de vez em quando ele leva os dois para o inferno e é ele que dá dicas e opiniões para a vida de cada um. Se percebemos a mensagem subliminar que este desenho traz é que “os pais estão sem cabeça para criar os seus filhos e eles são ensinados pelo mundo ou pelo príncipe deste mundo, o DIABO. Analise o que a sociedade chama de Frango um menino e de Vaca a menina ?

COMO DEVO ANALISAR O DESENHO OU A FANTASIA?

A Bíblia é um livro completo e tem resposta para tudo, até mesmo analisar a fantasia para a criança. Quero que você pense nas palavras do profeta Isaias no cap.5 v.20 :

“Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem chamam mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas, e fazem do amargo doce e do doce amargo”.

Este é um dos princípios que podemos analisar um desenho ou qualquer fantasia, se dermos ao nosso filho essas definições do bem e do mal, a criança sempre terá em seu coração um conceito, mesmo que seja o mais simples. O que devemos fazer é levar a criança no caminho em que ela deve andar (Pv 22 v.6). Mostre a ela quem é o feiticeiro, bruxo, duende, bruxa dentro do princípio que será para ele luz para o seu caminho (Sl 119 v.105) para o resto de sua vida .

Se mostrar como Deus analisa os personagens, mesmo sendo uma fantasia, ele saberá escolher a sua programação. Não podemos chamar o bem de mal e o mal de bem, não podemos chamar o garoto bruxo de bonzinho porque, mesmo que suas atitudes são para ajudar uma outra pessoa, ele age de modo contrário à Bíblia. O traficante mesmo que ajude a comunidade e suprir as suas necessidades, ele ainda age contra a lei – rouba, vende drogas para obter o seu sucesso. Da mesma forma é o Bruxo, ele busca invocar demônios ou espíritos da natureza para obter o seu sucesso, mesmo que a sua atitude seja para ajudar alguém. Não podemos nunca deixar de lado a definição de Deus, nunca podemos ser sábios aos nossos próprios olhos . “Ai daqueles que são sábios a seus próprios olhos , e prudentes de si mesmos” (Is 5 v.21). O seu fim será como? “ Por isso como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos e desprezaram a palavra do Santo de Israel” (Is 5 v.24).

Quero lembrar que estes conselhos de não se misturarem com feitiçaria e com pessoas e povos que fazem destas práticas algo comum, foi dado para o homem mais sábio do mundo que continha sabedoria como areia da praia, e que no mundo não houve e nunca haverá homem mais sábio que ele, Salomão. Ele se fez sábio aos seus próprios olhos e se misturou com os povos que Deus, por várias vezes, disse para não se misturar. Salomão amou as mulheres destes povos e imaginava que nunca iria se contaminar com as suas práticas religiosas, mas confiou na sua força, ele que conhecia o Deus de seu pai, mas com a convivência com elas, o seu coração foi pervertido pelas mulheres e Salomão se corrompeu, foi contaminado com as práticas de feitiçaria e chegou até mesmo edificar altares aos ídolos Quemós, Moloque. A pergunta é clara :

- Não confie na sua sabedoria para educar o seu filho, porque se Salomão que tinha sabedoria como a areia da praia se contaminou, imagine uma criança que está em processo de formação de caráter e valores éticos e morais, estando em contato com feiticeiros, bruxos e demônios? Será que ela não pode se contaminar e amanhã procurar um caminho que você não quer?

Fonte: CACP

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Adivinhação – influência demoníaca, espirita

Dominio Espiritual saia da ignorancia
Ser cartomante é proíbido por Deus. A Bíblia diz em Deuterenômio 18:9-13

“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.



Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável a Deus, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.”


Só Deus é que sabe o futuro. A Bíblia diz em Isaías 8:19

“Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?”

Complemento:

Adivinhação

A adivinhação, em geral, abrange o inteiro escopo da obtenção de conhecimento secreto, em especial sobre eventos futuros, com a ajuda de poderes espíritas, ocultistas.

Os praticantes da adivinhação acreditam que deuses sobre-humanos revelam o futuro aos treinados para ler e interpretar certos sinais e presságios, os quais, dizem eles, são comunicados de diversas maneiras: Por fenômenos celestiais (a posição e o movimento de astros e planetas, eclipses, meteoros), por forças físicas terrestres (vento, tempestades, fogo), pelo comportamento de criaturas (uivo de cães, vôo de aves, movimento de serpentes), pelos padrões de folhas de chá na chávena, pela configuração de óleo na superfície da água, pela direção tomada por flechas quando caem, pela aparência de órgãos de animais sacrificados (fígado, pulmão, entranhas), pelas linhas na palma da mão, pelo lançamento de sortes e pelos “espíritos” dos falecidos.

Certos campos da adivinhação receberam nomes específicos. Por exemplo, a auguração, popular entre os romanos, é um estudo de presságios, portentos ou fenômenos casuais; a quiromancia prediz o futuro pelas linhas na palma da mão; a hepatoscopia inspeciona o fígado; a aruspicação inspeciona as entranhas; a belomancia com flechas; a rabdomancia usa a varinha mágica; a oniromancia é a adivinhação pelos sonhos; a necromancia é uma suposta indagação feita aos mortos. A bola de cristal e a adivinhação oracular são mais outras formas.

Origem. O berço da adivinhação foi Babilônia, a terra dos caldeus, e dali estas práticas ocultistas se espalharam por toda a terra, com a migração da humanidade. (Gên 11:8, 9) Da parte da biblioteca de Assurbanipal que foi desenterrada, diz-se que uma quarta parte contém tabuinhas de presságios que pretendiam interpretar todas as peculiaridades observadas nos céus e na terra, bem como todas as ocorrências incidentais e acidentais da vida cotidiana. A decisão do Rei Nabucodonosor, de atacar Jerusalém, só foi tomada depois de se recorrer à adivinhação, a respeito da qual está escrito: “Sacudiu as flechas. Indagou por meio dos terafins; examinou o fígado. Na sua direita mostrou-se haver a adivinhação referente à Jerusalém.” — Ez 21:21, 22.

Examinar o fígado em busca de presságios se baseava na crença de que toda a vitalidade, emoção e afeição se centralizavam neste órgão. Um sexto do sangue do homem está no fígado. As variações de seus lóbulos, canais, apêndices, veias, saliências e marcas eram interpretadas como sinais ou presságios dos deuses.

Foi encontrada uma grande quantidade de modelos de fígados em argila, o mais antigo sendo de Babilônia, contendo presságios e textos em escrita cuneiforme, usados pelos adivinhos. 

Os antigos sacerdotes assírios eram chamados baru, que significa “inspetor” ou “aquele que vê”, devido ao destaque que a inspeção do fígado desempenhava na sua religião, voltada para a adivinhação.

Condenada Pela Bíblia. Todas as várias formas de adivinhação, independente do nome pelo qual sejam conhecidas, contrastam-se nitidamente com a Bíblia Sagrada e representam um desafio direto a ela. Jeová, mediante Moisés, avisou rigorosa e repetidamente a Israel para que não adotasse tais práticas de adivinhação de outras nações, dizendo: 

“Não se deve achar em ti alguém que faça seu filho ou sua filha passar pelo fogo, alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos. Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová, e é por causa destas coisas detestáveis que Jeová, teu Deus, as expulsa de diante de ti.” (De 18:9-12; Le 19:26, 31) 

Mesmo que seus sinais e portentos proféticos se cumprissem, os praticantes da adivinhação não ficavam isentos da condenação. (De 13:1-5; Je 23:32; Za 10:2) A extrema hostilidade da Bíblia para com os adivinhos é demonstrada em seu decreto de que todos eles deveriam ser mortos, sem falta. — Êx 22:18; Le 20:27.

Mas, apesar destes repetidos mandamentos, os apóstatas não faziam caso de Jeová — não só pessoas comuns, como a mulher de En-Dor, mas também poderosos reis, tais como Saul e Manassés, e a Rainha Jezabel. (1Sa 28:7, 8; 2Rs 9:22; 21:1-6; 2Cr 33:1-6) 

Embora o bom Rei Josias acabasse com os praticantes da adivinhação nos seus dias, isso não bastou para salvar Judá de ser destruído, assim como seu reino-irmão Israel havia sido. (2Rs 17:12-18; 23:24-27) 

No entanto, Deus, na sua benevolência, primeiro mandou seus profetas avisá-los a respeito das suas práticas repugnantes, do mesmo modo como seus profetas avisaram a mãe de toda adivinhação, Babilônia. — Is 3:1-3; 8:19, 20; 44:24, 25; 47:9-15; Je 14:14; 27:9; 29:8; Ez 13:6-9, 23; Miq 3:6-12; Za 10:2.

A adivinhação prevalecia também nos dias dos apóstolos de Jesus. Na ilha de Chipre, um feiticeiro de nome Barjesus foi atacado de cegueira por sua interferência na pregação do apóstolo Paulo; e na Macedônia, Paulo expulsou um demônio de adivinhação duma moça que incomodava, para a grande consternação dos amos dela, que haviam lucrado muito com o poder ocultista dela, de fazer predições. (At 13:6-11; 16:16-19) 

Entretanto, outros, tais como Simão de Samaria, renunciaram voluntariamente à sua prática de artes mágicas, e em Éfeso havia tantos que queimaram seus livros de adivinhação, que o valor destes ascendeu a 50.000 moedas de prata (no caso de denários, US$ 37.200). — At 8:9-13; 19:19.

O desejo natural do homem, de conhecer o futuro, é satisfeito quando ele adora seu Grandioso Criador e o serve, porque Deus, por meio de seu canal de comunicação, revela amorosamente, com antecedência, o que é bom para o homem saber. (Am 3:7) 

No entanto, quando os homens se desviam de Deus e se alienam do Único que conhece o fim desde o princípio, facilmente se tornam vítimas da influência demoníaca, espírita. 

Saul é notável exemplo de alguém que, no início, voltava-se para Jeová em busca de conhecimento dos eventos futuros, mas que, depois de ter sido cortado de todo o contato com Deus, devido à sua infidelidade, voltou-se para os demônios, como substitutos da orientação divina. — 1Sa 28:6, 7; 1Cr 10:13, 14.

Portanto, existe uma nítida diferença entre a verdade revelada de Deus e as informações obtidas pela adivinhação. Os que se voltam para esta freqüentemente se tornam vítimas de violentas convulsões causadas por invisíveis forças demoníacas, às vezes atingindo um frenesi por meio de música estranha e certos tóxicos. 

Os verdadeiros servos de Jeová, quando movidos a falar por espírito santo, não sofrem tais distorções físicas ou mentais. (At 6:15; 2Pe 1:21) Os profetas de Deus, num senso de dever, falavam gratuitamente, sem pagamento; os adivinhos pagãos exerciam seu ofício visando um egoísta lucro pessoal.

Em parte alguma da Bíblia dá-se a qualquer forma de adivinhação uma conotação boa. Muitas vezes, no mesmo texto que condena as práticas espíritas da adivinhação, fala-se delas em conjunto com o adultério e a fornicação. (2Rs 9:22; Na 3:4; Mal 3:5; Gál 5:19, 20; Re 9:21; 21:8; 22:15) 

Aos olhos de Deus, a adivinhação é comparável ao pecado da rebelião. (1Sa 15:23) Portanto, é antibíblico falar da comunicação de Jeová com seus servos como manifestação de “boa” adivinhação.

Jeová frustra os adivinhos. O poder ilimitado de Jeová, comparado ao poder mui restrito demonstrado pelos adivinhos-mágicos, é dramatizado no caso de Moisés e Arão perante Faraó. 

Quando a vara de Arão tornou-se uma cobra, os mágicos egípcios aparentaram imitar tal feito. Mas, que revés estes sofreram quando a vara de Arão tragou as dos feiticeiros! 

Aparentemente, os sacerdotes egípcios transformaram água em sangue, e fizeram com que rãs surgissem no país. Mas, quando Jeová fez com que o pó se transformasse em borrachudos, os feiticeiros, com suas artes secretas, tiveram de admitir que isto fora feito pelo “dedo de Deus”. — Êx 7:8-12, 19-22; 8:5-11, 16-19; 9:11.

O iníquo Hamã mandou que ‘alguém [evidentemente um astrólogo] lançasse Pur, isto é, a Sorte, de dia em dia e de mês em mês’, a fim de determinar a ocasião mais favorável para mandar exterminar o povo de Jeová. (Est 3:7-9) Sobre este texto, certo comentário diz: 

“Ao recorrer a este método de determinar o dia mais auspicioso para pôr em execução seu plano atroz, Hamã fez o que os reis e os nobres da Pérsia sempre fizeram, nunca se empenhando em algum empreendimento sem consultar os astrólogos e ficar satisfeitos quanto à hora de sorte.” 


(Commentary on the Whole Bible [Comentário Sobre Toda a Bíblia], de Jamieson, Fausset e Brown) Baseado em tal adivinhação, Hamã pôs imediatamente em execução seu plano iníquo. No entanto, o poder de Jeová, de livrar seu povo, foi novamente demonstrado, e Hamã, que confiava na adivinhação, foi enforcado no próprio madeiro que preparara para Mordecai. — Est 9:24, 25.

Outro exemplo do poder superior de Jeová sobre as forças ocultistas é o caso em que os moabitas vieram “com os honorários pela adivinhação nas suas mãos”, a fim de contratar Balaão, o adivinho mesopotâmio, para amaldiçoar Israel. (Núm 22:7) 

Embora Balaão procurasse “encontrar quaisquer presságios de azar”, Jeová fez com que proferisse apenas bênçãos. Em uma das suas declarações proverbiais, Balaão admitiu, sob a força impulsionadora de Jeová: “Contra Jacó não há feitiço de azar, nem adivinhação contra Israel.” — Núm caps. 23, 24.
“Espírito de Píton.” 

Em Filipos, na Macedônia, Paulo encontrou uma serva possessa por “um demônio de adivinhação”, literalmente, “um espírito de píton” (gr.: pneú·ma pý·tho·na; At 16:16). “Píton” era o nome duma serpente mítica, que guardava o templo e o oráculo de Delfos, na Grécia. 

A palavra pý·thon passou a referir-se a uma pessoa que pudesse predizer o futuro e também ao espírito que falava por intermédio dela. 

Embora essa palavra fosse mais tarde usada para denotar um ventríloquo, aqui em Atos ela é usada para descrever um demônio que habilitava uma moça a praticar a arte da predição.

Fonte: Pesquisa de estudo

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O Martelo das Bruxas (Video)

E importante que as pessoas saibam que bruxaria e uma coisa totalmente maligna e que não existe bruxa boazinha, tudo que envolve esta pratica e ocultismo e afeta tanto a vida de quem a pratica como a de quem esta ao seu lado o deus de bruxas e feiticeiros e Satanas o Diabo ele e seus demônios podem ate fazerem se mostrar bonzinhos afim de enganar, o triste e que centenas de pessoas se deixam enganar.





Pela primeira vez na história, uma equipe de investigação internacional tenta desvendar os mistérios do Malleus Maleficarum (Martelo das Bruxas). 


Escrito em 1485, este antigo e infame manual mudou a forma como o mundo via a maldade. 

Com instruções detalhadas de como descobrir, perseguir e punir as bruxas, o Malleus Maleficarum inspirou séculos de acusações e massacres em todo o mundo. 

Agora, através de profundas recriações e amplas entrevistas com estudiosos, levamos os telespectadores em uma jornada pela loucura para que se possa compreender melhor a origem, a legitimidade e a história do Martelo das Bruxas.


Leia mais sobre este assunto :

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Simbologia – Símbolos do Halloween

Dia das bruxas

A Origem do “Halloween”

Sob o verbete “Halloween”, a Encyclopœdia Britannica diz: “Tanto na época dos celtas como dos anglo-saxões o dia 31 de outubro era também a véspera do ano novo e um dos antigo festivais do fogo. . . . Visto que novembro dá início ao semestre mais obscuro e mais infrutífero do ano, o festival do outono assumia um significado sinistro, com fantasmas, bruxas, duendes, fadas e demônios de toda sorte vagando por toda parte.”

O festival era realizado em honra a Samhaim, senhor celta dos mortos, que, segundo se acreditava, permitia que as almas dos que haviam morrido no ano precedente voltassem à sua casa naquela noite. As festividades incluíam fazer enormes fogueiras ao ar livre para espantar as bruxas e os demônios. Sacrifícios na forma de safras, animais e até mesmo de humanos eram feitos para aplacar as almas dos falecidos. As pessoas se empenhavam também em tirar a sorte e vestiam-se de roupas feitas de cabeças e de peles de animais.

Os romanos também contribuíram alguns de seus rituais pagãos aos costumes dos celtas que foram conquistados por eles. Um dos seus festivais do outono, realizado em honra a Pomona, divindade dos frutos e dos jardins, é provavelmente responsável pelo notório uso de maçãs nas festividades do “Halloween” — por exemplo, os costumes de se pegar maçãs com os dentes de dentro de uma bacia cheia de água e de morder uma maçã suspensa na ponta de um fio de barbante.

 

O halloween foi introduzido nos Estados Unidos pelos Irlandeses. Tudo no dia de halloween tem uma simbologia. As práticas relacionadas a esse dia identificam-se facilmente com o ocultismo. Vejamos algumas delas:

Abóbora com rosto: esta vem de uma lenda que um homem notório chamado Jack, morreu e foi-lhe negado a entrada tanto no céu como no inferno. Condenado a viver perambulando pela terra como uma alma penada, ele colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar o seu caminho à noite. Este talismã virou abóbora que simboliza Jack.

Máscaras e fantasias: as máscaras têm sido um meio de supersticiosamente afastar espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação com o mundo dos espíritos. Acreditava-se enganar e assustar os espíritos malignos, quando vestidos com máscaras. Também em outras culturas pessoas tem usado máscaras para assustar demônios que acreditavam trazer desastres como epidemias, secas, etc. Grupos envolvidos com magia negra e bruxaria também usam máscaras para "criar uma ligação" com o mundo dos espíritos.

Bruxas: um dos principais simbologias desta festa. Conta a lenda que as bruxas participavam de festas realizadas pelo diabo que normalmente eram realizadas em 30 de abril e 31 de outubro. Tal crença chegou aos Estados Unidos por seus colonizadores e a partir daí se espalhou por todo o mundo tomando várias formas e estórias diferentes.

Vassoura: é um símbolo do poder feminino em limpar tudo aquilo que traz consequências negativas para a vida como eletricidade e pensamentos negativos.

Caldeirão: peça fundamental, na ornamentação, fazia parte da cultura, como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.

Velas: indicam os caminhos para os espíritos do outro plano astral. Representam o poder de iluminação, trazendo luz para as trevas e para as almas e as mentes.

Maçãs: as maçãs ficam dentro de um tonel onde são pescadas, uma prática antiga usada para adivinhar o futuro. O participante que obtinha sucesso poderia contar com a ajuda dos espíritos para a realização amorosa com a pessoa amada.

Doces ou travessuras: esse costume veio da tradição irlandesa, de um homem que conduzia uma procissão para angariar contribuições dos agricultores, afim de que suas colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Um paralelo que podemos fazer é que as crianças representam os demônios, porque elas saem pedindo doces e uma frase é dita: "Doces ou travessuras?". O que acontece se elas não conseguem os doces? Elas fazem as travessuras. Se você pensar um pouco, o agricultor pedia alguma coisa para dar de oferta aos demônios.

Bolos Triangulares: eram servidos bolos e vinho, uma obrigação depois de cada reunião, onde a sacerdotisa distribui pequenas fatias de bolos triangulares e biscoitos para a comunhão.

Sangue: as cenas de facas sangrentas estão comumente nos filmes de terror e também nas festas de Halloween mostrando o fascínio por sangue e violência. Os celtas, assim como outras culturas antigas, acreditavam que os deuses que controlavam as forças da natureza desejavam sacrifícios de sangue humano ou animal.

Fogo: tem simbolizado calor e proteção, bem como a morte e a destruição de culturas ao redor do mundo. Durante o Samhain, os druidas usavam para proteção contra espíritos maus e para sacrifícios rituais (tanto animal ou humano) a seus deuses.

Fantasmas: um símbolo universal de espíritos e ocultismo. Durante as celebrações são feitos doces em forma de fantasmas que podem ser bonitinho, mas para as inúmeras vítimas da escravidão e opressão demoníaca, o mundo espiritual não é brincadeira.

Lápide: cristãos podem vê-lo como um monumento para sepultar aos que morreram, mas outros a vêem como um excitante símbolo de morte e como o lugar onde o mundo dos vivos encontra o mundo dos espíritos.

Caveiras, ossos e esqueletos: Símbolos de morte, doença e a brevidade da vida terrena. O crânio e ossos cruzados se retratados em um frasco de veneno ou estampada sobre a bandeira negra de um navio pirata gerava medo da morte.

Gato preto: símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. os gatos eram objeto de adoração e estavam presentes nessa festividade. Acreditavam-se que após um período de silêncio com a busca da meditação, o próprio diabo aparecia na forma de um gato preto. O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos.

Morcego: simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade. Por ter uma visão aguçada, simboliza a visão que ultrapassa as aparências e consegue ver o íntimo das pessoas. Os morcegos voam ao redor na noite e assim acreditavam que tinham poderes mágicos. E, quando pendurado de cabeça para baixo para dormir envolvidos em suas asas, lembrando capas bruxas. Também foram associados a uma crença de que, se colocassem algumas gotas de sangue de morcego debaixo do travesseiro de uma mulher, então ela teria muitos filhos.

Aranha: simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.

Sapo: está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.

Coruja: outro animal noturno, a coruja tem sido associada a várias deusas, bem como a sabedoria e mistério. Corujas estão associadas com as bruxas por acreditarem que na noite de Halloween comiam as almas dos moribundos. Mais tarde, a coruja foi relacionada a magia negra. Apesar de ser um símbolo clássico da sabedoria, as corujas estão relacionados com a feitiçaria, o silêncio, a morte e a capacidade de ver através da escuridão ou ilusão em razão de se esconder nas trevas e temer a luz.

As cores mais usadas na festa de halloween também possuem significados que fazem a diferença na noite dos santos:

Laranja: cor do fogo, que traz vitalidade, energia e força. Acreditam que os espíritos se aproximavam dos que estavam de laranja para lhe sugar as energias.

Preto: cor predominante dos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes do mestre das trevas.

Roxo: simboliza a magia presente em toda a comemoração de halloween.

Halloween a luz da Palavra de Deus

Infelizmente o espaço é curto para muitas informações que poderíamos dar aqui, contudo quero levar você à luz da Palavra de Deus. Pessoas que participam dessas festas têm que se conscientizar que o Halloween traz à tona práticas pagãs. Nela encontramos a associação à comunicação com os mortos, dogma espírita que ensina que o morto pode dar um aviso, mensagem ou coisa parecida para os vivos. Então, você precisa entender que esta prática não condiz com o que as Sagradas Escrituras dizem, de que não há possibilidade de alguém que está morto entrar em contato com o mundo dos vivos.

Fonte: Google

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Cuidado com Feitiçaria, Espiritismo e Bruxaria

Alerta Cuidado satanismo ocultismoCertamente, a adoração de Satanás não se limita à adoração direta de Satanás por nome. O apóstolo Paulo alertou: “As coisas sacrificadas pelas nações, elas sacrificam a demônios.” (1 Coríntios 10:20) E adoração demoníaca é realmente o mesmo que adoração satânica, pois Satanás é chamado de “governante dos demônios”. (Marcos 3:22)

Quais das práticas das “nações” podem ser identificadas como adoração de demônios, ou adoração de Satanás? As palavras de Deus a Israel nos dão alguns exemplos:
“Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos. Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová.” — Deuteronômio 18:10-12.
Assim, somos avisados contra os sacrifícios de sangue e a comunhão dos espíritos praticados pelos pais-de-santo da macumba no Brasil ou pelos houngans e mambos do Haiti. E somos alertados contra práticas bem similares da Santeria, observadas por alguns exilados cubanos nos Estados Unidos. Alerta-se-nos também contra feiticeiros que afirmam comunicar-se com almas mortas para inspirar temor nos vivos. — Veja 1 Samuel 28:3-20.

A feitiçaria predomina em diferentes partes da África. Na África do Sul, por exemplo, os feiticeiros exercem grande poder, e as pessoas os levam muito a sério. Casos recentes na imprensa falavam de turbas queimarem vivas pessoas acusadas de provocar relâmpagos para golpear co-aldeões! Feiticeiros locais acusaram vítimas inocentes desses atos “não naturais” e daí as amarraram à uma árvore para serem queimadas. Tal crença na feitiçaria ou magia também é adoração de demônios.

Contudo, a feitiçaria não se restringe à África. Em 1985, Herbert D. Dettmer, que cumpria pena num centro correcional em Virgínia, EUA, recebeu o direito, concedido pelo Tribunal Distrital do Distrito Leste da Virgínia, de ter acesso a roupa e apetrechos para praticar a sua religião na prisão. E qual era a religião dele?

Segundo os anais do tribunal ele era membro da “Igreja de Wicca (mais conhecida como feitiçaria)”. Assim, Dettmer ganhou o direito legal de usar enxofre, sal marinho, ou sal não iodado, velas, incenso, um relógio com despertador e um traje cerimonial branco na sua adoração.

Sim, segundo indicações, a feitiçaria está amplamente difundida no Ocidente. O jornal britânico Manchester Guardian Weekly publicou: “Há cinco anos calculava-se que havia 60.000 feiticeiros na Grã-Bretanha: hoje [1985] alguns feiticeiros estimam que tenha aumentado para 80.000. Prediction, a revista mensal de astrologia e ocultismo, tem uma tiragem de 32.000 exemplares.”
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Bruxaria européia no Brasil

Demonuios europeusPara se defender do Ocultismo (Satanismo) temos que fechar portas que são usadas por Demônios para influenciar em nossa vida, é para reconhecemos estas portas temos que saber a respeito de praticas ocultistas, mas lembre que conhecer não significa praticar uma orientação bíblica deve ser seguida, vejam:

Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro,

11 nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;

12 pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.  Deuteronômio 18 : 10 – 12

O texto abaixo deve ser lido com cuidado, trata-se de um estudo católico sobre a influência da demonologia europeia na tradição da umbanda brasileira. É um texto repleto de preconceitos, mas que vale ser lido pelas referências dos vários nomes e livros sobre ocultismo que traz. É mais umas das indicações de Shirlei Massapust, talvez a mais incanssável ocultista viva do lado de baixo do equador.

A Bruxaria Européia
A bruxaria européia entrou no Brasil via Portugal. Escreve Luís da Câmara Cascudo, em Meleagro (Rio 1951) p. 179: “A presença do feiticeiro, da feiticeira especialmente, é um documento histórico, uma constante etnográfica desde as manhãs do Brasil colonial. As denunciações e confissões prestadas ao Santo Ofício em Baía, 1591-1593, e Pernambuco, Paraíba, 1593- 1595, evidenciam a fauna prestigiosa da bruxaria européia, em funcionamento normal e regular”. E cita uma porção de portuguêsas, divulgadoras dos processos da magia tradicional. “Ao findar do séc. XVI o brasileiro estava com todos os elementos disponíveis do espírito para ser um fiel consulente do candomblé, muamba, macumba, canjerê e xangô. Os volumes que registaram as confissões e denúncias em Baía, Pernambuco e Paraíba evidenciam que a credulidade popular contemporânea tem raízes fundas na terra em que a raça se formou” (p. 181).

Nas Denunciações de Pernambuco (1593-1595), segundo publicação feita por Rodolpho Garcia (São Paulo 1929), damos com as seguintes feiticeiras e bruxas: Ana Jácome, acusada de ter embruxado uma menina recém-nascida de seis dias (pp. 24 s.); Lianor Martins, a Salteadeira, que, como se dizia, tinha um familiar, uma medrácu1a, um buço de lobo, uma carta de Santo Erasmo, semente do feito colhida na noite de São João com um clérigo revestido e com esse arsenal mágico pod1a fazer com que os homens quisessem bem às mulheres e vice-versa, com que os maridos não vissem o que as mulheres faziam e outras coisas semelhantes (pp. 108-109); Felícia Toulrinha, presa na cadeia pública por amancebada com um homem casado, tomou um chapim, pregou-lhe no meio uma tesoura e, com os dedos indicadores colocados abaixo dos anéis, levantou para o ar o chapim e de1xou-o cair, invocando o diabo guedelhudo, o diabo orelhudo, o diabo felpudo, para que lhe dissessem se certo homem ia por onde tinha dito que havia de ir (p. 187). -Mas não conseguimos ver, nas Atas publicadas das “Denunciações”, nenhum processo que lidasse diretamente com alguma bruxa “profissional”. Nos outros processos, porém, ocorrem freqüentemente casos de supostas feitiçarias, encantamentos e envultamentos. Era sem dúvida bem difundida a superstição e a credulidade no ambiente de origem européia do nosso século XVI.

Ora, a bruxaria européia, a "tradicional", dispõe de literatura própria, que encontra sua expressão mais fiel no famoso Livro de São Cipriano. Ao lado dele há outros, do mesmo tipo, como: As Verdadeiras Clavículas de Salomão, Enquiridião do Papa Leão, Grimório do Papa Honório, O Dragão Vermelho, Os Maravilhosos Segredos do Grande e Pequeno A/berto, O Livro Completo das Bruxas, O Livro do Feiticeiro, Cruz de Caravaca, etc. Tudo traduzido para o português e exposto nas livrarias do Brasil. Estão sempre entre a literatura umbandista ou “espiritualista” (sic). Inclusive livrarias espíritas mais sérias e “ortodoxas”, como a LAKE de São Paulo, expõem e propagam a literatura que poderíamos qualificar como “sãociprianista”.

E a coisa não é de hoje. Em 1904 o conhecido jornalista João do Rio (Paulo Barreto) constatou que o Livro de São Cipriano era, já então, o vademecum dos feiticeiros cariocas. Assim lemos em As Religiões do Rio (edição de 1951), p. 40: “Mas o que não sabem os que sustentam os feiticeiros, é que a base, o fundo de toda a sua ciência é o Livro de S. Cipriano. Os maiores alufás, os mais complicados pais-de-santo, têm escondida entre os tiras e a bicharada uma edição nada fantástica do S. Cipriano. Enquanto criaturas chorosas esperam os quebrantos e as misturas fatais, os negros soletram o S. Cipriano, à luz dos candeeiros…”.
Há diferentes edições do S. Cipriano. Temos várias na nossa coleção: “O Grande e Verdadeiro Livro de São Cipriano”, “O Antigo e Verdadeiro Livro de São Cipriano” e “O Único Verdadeiro Livro de São Cipriano”. Haverá outros, “mais autênticos”. Abrimos o “Antigo e Verdadeiro” (“única edição completa conforme antigo original”). Tem 411 páginas. Apresenta o material em quatro partes distintas: I. Tesouros do Feiticeiro; II. Verdadeiro Tesouro da Mágica; III. Enguerimanços de S. Cipriano ou Prodígios do Diabo; IV. Oráculo dos Segredos. Na primeira parte, além de esconjuros e orações supersticiosas misturadas com orações católicas, há dois tratados de cartomancia e um de astrologia. Nas outras partes há numerosas receitas para fazer amuletos e talismãs, inclusive uma para fazer pacto com o demônio. Fantasiam-se modos para fazer o mal, para obrigar o marido a ser, fiel, para forçar as mulheres a dizer tudo o que tencionam fazer, para ser feliz nos negócios, para fazer-se amar pelas mulheres, para obrigar a amar contra a vontade, para fazer casamentos, para ganhar no jogo, para apressar casamento, para ligar namorados, para obrigar as almas a fazer o que se deseja, para aquecer as mulheres frias, para saber se a pessoa ausente é fiel, para fazer ouro puro, etc.

O Enquiridião do Papa Leão é apresentado como obra escrita pelo Pa.pa Leão III a Carlos Magno. São 174 páginas com orações supersticiosas, contra toda sorte de encantos, malefícios, feitiçarias, sortilégios, visões, obstáculos, malefícios de casamentos, etc. Apresenta também sinais cabalísticos com forças misteriosas contra o demônio e as adversidades. Muitas vêzes o texto é totalmente ininteligível, como, por exemplo, este da p. 89: “Adonay, Jod, Magister, dicit Jo. Oh bom Jesus, exorcisa-me! Manuel, Sathor, Jessé, adorável Tetragrammaton. Heli, Heli, Heli, Laebé Hey Hámy, este é meu corpo Tetragrammaton…”.

Já o Grimórios do Papa Honório (“Os misteriosos segredos ocultos do Papa Honório”), traduzido do francês, é um produto da mais consumada malícia. Tudo é apresentado piedosamente sob forma de uma Constituição Apostólica de Honório III. Entre blasfemas invocações do Santo Nome de Deus, da Santíssima Trindade, de Jesus, da Eucaristia, entre numerosas prescrições de Pai-Nossos, Ave-Marias, jejuns e santas missas, apresentam-se fórmulas de conjurações de demônios, espíritos e divindades. Há encantos, feitiços e magias para ver os espíritos dos quais o ar está cheio, para atrair uma moça por mais esperta que seja, para ganhar no jogo, para tornar-se invisível, para possuir ouro e prata, para ter o corpo fechado contra todos os tipos de armas, para fazer vir uma pessoa, para fazer uma moça dançar nua, para tirar o sono de alguém, para gozar e possuir a mulher a quem se deseja (é o “segredo do Padre Girard”!), para romper e destruir todos os malefícios, para aprisionar cavalos, equipagem e extraviar uma pessoa, para ajudar lebres nos partos difíceis e contra uma porção de doenças. Para calcular a maldade com que são misturadas as coisas mais sujas com as mais santas, veja-se a receita indicada na p. 90, “para fazer uma moça dançar nua”: é preciso escrever o nome da moça num pergaminho novo com uma pena molhada no sangue de um morcego e colocá-la debaixo da laje de um altar “a fim de que uma Missa seja rezada em cima”… E tudo isso numa Constituição Apostólica do Papa Honório III…

As Verdadeiras Clavículas de Salomão (“ou o Tesouro das Ciências Ocultas… acompanhadas de um grande número de segredos”), como também O Dragão Vermelho, outra forma das “Clavículas”, pretendem ensinar o modo como fazer pactos com os demônios. Descrevem o modo de “consagrar” os objetos necessários para o “trabalho” (faca, lancêta, defumadores, tinta, penas, sal), como sacrificar os animais (cabrito e galo preto), etc. Dão uma lista enorme de demônios, com nomes e especialidades, fazendo recordar a lista dos Exus da Umbanda. Há também os mais variados sinais (desenhos) cabalísticos, capazes de atrair o respectivo espírito, exatamente como os “pontos riscados” dos umbandistas.

Cheio de perversidades está O Livro Completo das Bruxas, “o único verdadeiro, completo e de acordo com os manuscritos existentes nos museus de Londres, Cairo e Louvre, bem como de diversos países do Oriente”. Sabe o A., exatamente, que os habitantes do Inferno estão divididos em 6.666 legiões, contendo cada uma 6.666 elementos, o que dá um total de 44.435.556. E que cada diabo vive aproximadamente 680.400 anos.

Bem no início da obra temos também os mandamentos da bruxa: 1) Renegar a Deus; 2) blasfemar continuamente; 3) adorar ao diabo; 4) esforçar-se por não ter filhos; 5) jurar em nome do diabo; 6) alimentar-se de carnes; 7) imaginar que pratica o ato sexual com o diabo, todas as noites; 8) trazer consigo a imagem do diabo; 9) lavar o rosto e pentear-se de 4 em 4 dias; 10) tornar banho cada 42.º dia; 11) mudar de roupa cada 57.º dia; 12) Se for homem, barbear-se cada 91.º dia; 13) não cortar nem polir as unhas… Também deverá comer quatro dentes de alho, sem tempero nenhum, em cada refeição, de quatro em quatro horas.

Entre cruzes, Pai-Nossos e Ave-Marias, invocações de Lúcifer e Satanás, conjurações e esconjuras, aparecem mil formas e fórmulas para praticar o mal e enfeitiçar meio mundo, num ambiente de meia-noite, sexta-feira, lua minguante e encruzilhadas, recorrendo a gatas pretas, galos pretos, galinhas pretas, bodes pretos, sapos pretos, ouriços pretos, corujas pretas, olhos de cães pretos, ovos de galinhas pretas, miolo de burro, corações de pombas pretas, sangue de rã, rim de lebre, pernas esquerdas de galinhas pretas, fígados de rouxinol; com o auxílio de panos pretos, seda vermelha, azeite, farofa, moedas, urinas, suores, ervas, raízes, flores, pedras de cevar, filtros de amor, cavalos marinhos, estrelas do mar, figas de Guiné, de arruda e de azeviche… É o bazar barato e constante da feitiçaria universal, sempre preocupada com questões de saúde, problemas de fortuna e os mistérios do amor.

Continua, assim, abundante a literatura da bruxaria européia: Lá está o Breviário de Nostradamus, outro Livro da Bruxa, o Tratado de Magia Oculta, o Livro dos Sonhos, o Livro do Feiticeiro e mais obras de Astrologia, Cartomancia e Quiromancia, sem esquecer os livros de Papus, Eliphas Levi, do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, das Sociedades Teosóficas, dos Rosacruzes, de Allan Kardec.

Eis as causas remotas da Umbanda. O movimento umbandista ainda está na fase de formação e elaboração. Mas é nestes elementos de origem africana, ameríndia e européia que os dirigentes da Umbanda encontram sua principal fonte. Há, certamente, também o aspecto cristão ou católico, e com ele ainda nos ocuparemos. É, porém, mais um elemento para a superfície, de decoração ou de fachada. O cerne da Umbanda não é cristão: é profunda e visceralmente contrário à autêntica vida cristã. A idolatria e as superstições do paganismo constituem a verdadeira essência do Espiritismo Umbandista. Quem conhece a vida e as práticas dos nossos terreiros ou tendas, reconhecerá imediatamente as várias causas que acabamos de lembrar.

Fonte: Pesquisa NET

Jhero 

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Wicca, Bruxaria e Magia, ex-satanista revela…

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Qual a diferença entre Wicca, Bruxaria e Magia?

Bem, Wicca se pronuncia “Witch-a” (uitcha!). É uma antiga palavra anglo-saxônica que significa torto ou deformado, originalmente. Essa é a origem da palavra bruxaria em inglês. Então nos anos 50, quando as bruxas começaram a sair do armário de vassouras, passaram a se denominar wiccanos, pois soava melhor que bruxos. Pois as bruxas já haviam sofrido muita perseguição. Todos pensavam que as bruxas eram senhoras velhas e feias com pele verde, verruga e coisas do gênero. Agora não mais. Bom, bruxaria é o que a maioria das bruxas pratica. Não digo todas porque a Wicca é uma religião, na verdade. A bruxaria é uma tecnologia mental e espiritual que alguns bruxos (as) usam — a maioria, ouso dizer. Mas a bruxaria é mais ou menos a mesma coisa que magia, no entanto, podemos considerar a magia um pouco mais elevada, se desejar. Há o que chamamos de magia-baixa e magia-alta, e a bruxaria é geralmente considerada magia-baixa. E como acontece com a Igreja da Inglaterra, na qual dizem haver uma igreja-baixa e uma igreja-alta. A igreja-alta é mais cerimonial enquanto que a igreja-baixa é mais simples, como a protestante. O mesmo pode ser considerado para a magia. A magia-baixa, que é a bruxaria, é bem mais simples — mais parecida com o que os antropólogos chamariam de “mágica”. Enquanto que a magia- alta é mais cheia de cerimônias, vestem-se mantos e possui elementos muito mais elaborados, as coisas são seguidas ao pé da letra, lê-se latim e grego, dentre outras características. Então há uma grande diferença. A definição técnica para magia foi feita pelo famoso mago Allister Crowley, que disse que “a magia é a arte de gerar mudanças em conformidade com determinada vontade.” Mas por ser um tanto simplista, eu acrescentaria usem qualquer interferência visível. Em outras palavras, eu poderia mover um lápis de um local a outro de uma mesa, o que ocasionaria uma mudança, mas não se trataria de magia. Agora se eu movesse o lápis sem tocá-lo, então seria magia.

Como você soletra magia (em inglês)?

Os magos mais sérios e cerimoniais soletram M-A-G-I-C-K (em inglês) com um K no final, mas para diferenciar da palavra mágica (magic), que no caso seria tirar um coelho da cartola.

Muitos acreditam que o poder da bruxaria é imaginário. O que você tem a dizer?

De uma certa forma estão certos. Os bruxos acreditam que a magia vem de dentro deles ou do fato de serem “um” com a terra e “um” com o céu, em uma espécie de panteísmo, como “A Força” no filme Guerra nas Estrelas. A verdade é que existe um poder real dentro da bruxaria, mas esse poder vem de demônios. Quando uma pessoa se consagra a um deus antigo dizendo “eu te servirei”, não imagina o que está por trás desse deus, pois todos eles são apenas uma máscara, atrás da qual existe um demônio — e por fim o próprio Satanás. Então quando alguém faz uma magia, de “coincidências” e prodígios, tudo é feito pelo poder de demônios.

Mas como sabe disso? Talvez muitos do que estejam na bruxaria digam: “Isso não é verdade!”

Permita-me dar uma ilustração. Um amigo meu, colega de ministério, estava em um programa de rádio falando sobre este mesmo assunto. Então um sumo sacerdote bruxo ligou e o desafiou com a mesma pergunta que você me fez. Ele disse: “Não acredito que meus poderes venham de demônios. Acredito que venham do deus-céu e da deusa-mãe.” E meu amigo disse: “Certo, então façamos o seguinte. Irei orar agora mesmo em nome de Jesus Cristo, a fim de que todos os demônios que dão a você poder sejam amarrados por uma semana, tempo para que perceba que isso é verdade.” E ele orou ali mesmo no ar e o rapaz ficou furioso e desligou o telefone. Alguns dias depois o mesmo homem ligou para o programa. Meu amigo não estava lá, mas o rapaz estava tão desesperado que não tinha mais para quem ligar e disse: “Não tenho mais meus poderes místicos. Foram embora desde o dia em que aquele camarada fez aquela oração”. Ele estava somente atrás de poder. Então continuou: “Certamente o Deus de vocês tem mais poder que o meu. Eu quero esse poder". Esse não deve ser o propósito para alguém se tornar cristão, mas foi um começo. O rapaz acabou se convertendo e era um dos mais proeminentes sumos sacerdotes bruxos da grande Seattle.

Que história!!!

Isso ilustra a questão e eu poderia lhe contar várias histórias parecidas.

Conte-nos mais uma.

Tudo bem. Esta tem uma abordagem diferente. Estou certo de que muitas pessoas sabem que os altos mestres de Kung-Fu possuem vários

poderes sobrenaturais. Podem perfurar uma parede sem tocá-la, e até derrubá-la, e fazerem as pessoas caírem apenas dando um golpe Ke-i etc. Bem, certa vez, um colega meu de ministério estava em Wyoming quando o culto foi interrompido por um rapaz que era Mestre Showlin do último nível. O rapaz entrou e chamou esse meu colega, que estava no púlpito, para uma briga. Ele disse: “Você afirma adorar um Deus de grande poder. Bem, vamos ver se pode comigo”. Então o meu amigo orou em nome de Jesus e disse: “Você não poderá se mover até que eu permita, pelo poder do sangue de Jesus”. Então o rapaz foi lançado ao chão diante do altar, como se estivesse sendo esmagado. Foi como se a gravidade ao seu redor se tornasse como a de Júpiter. O rapaz foi atraído ao chão como ferro se atrai a um ímã e ficou lá, estendido, por uns 10 minutos. Então o rapaz começou a implorar para que meu amigo o deixasse se levantar. Como meu amigo era piedoso, pediu a Deus que deixasse que o rapaz se levantasse. Então o rapaz pôde se mover e se arrepender e foi salvo. Novamente isso mostra que muitas pessoas pensam que os poderes vêm de dentro delas ou do universo, mas se trata de poder demoníaco.

Obrigada por compartilhar essas histórias. Muitas pessoas acham que a bruxaria é algo raro. O que diria a respeito disso, com sua experiência?

Outra vez, diria que tem um grau de verdade. Existem muitos bruxos, mas muitos deles não sabem o que estão fazendo. Não possuem muito poder, estão apenas brincando. Ainda é perigoso porque deram as costas para o Deus Vivo e estão adorando a falsos deuses. Eu mesmo, como bruxo, em 16 anos de prática, fiz talvez meia dúzia de coisas extraordinárias. Muitas das vezes você faz uma magia e nada acontece — é muito comum. Mas, eventualmente, o Diabo nos faz uma concessão. Lembro-me de ter assistido há alguns anos ao filme “Um Pequeno Grande Homem”, com Dustin Hoffman. Havia um velho índio americano que deveria subir ao topo de uma montanha e fazer alguns feitiços, ou morreria. Mas a magia não funcionou. Ele desceu e disse: “Bem, algumas vezes a magia funciona, outras não.” E essa se tornou a nossa principal justificativa: “Bem, às vezes a magia funciona, às vezes não”. Não acontece dos bruxos ficarem fazendo grandes prodígios o tempo todo. E relativamente raro. Mas existem, literalmente, dezenas de milhares de bruxos nos Estados Unidos, talvez centenas de milhares. Era algo muito raro no início dos anos 60. Mas hoje, podemos ir a qualquer livraria esotérica, ou até mesmo a uma convencional, e encontrar de 25 a 30 livros ensinando alguém a se tornar bruxo.

Poderia compartilhar conosco a história do homem que foi atacado por um demônio que tentava invocar em sua garagem?

Bem, trata-se de uma magia cerimonial, um ritual de alto nível. Mas o conceito é desenhar um círculo especial no chão com giz e enxofre e vários outros elementos, dependendo do tipo de ritual. Então a pessoa fica dentro do círculo mágico e fora do círculo desenha um triângulo de manifestação no chão. Então invoca algum demônio poderoso para vir servi-lo. Supostamente, enquanto você permanecer dentro do círculo, o demônio não poderá machucá-lo. Essa é a “regra”. Esse rapaz estava invocando um demônio que Aleister Crowley chamava de "O Poderoso Choronzon”. Um dos mais poderosos e temidos demônios que existem. Ele ficou invocando esse demônio por horas e horas, com encantamentos e com detestáveis incensos impregnando o ambiente. A garagem se tornou um verdadeiro templo de cerimônias. E, de repente, o demônio começou a se manifestar. Era algo horrível e impossível de se descrever. Então o rapaz começou a dar ordens. Pois a idéia é dar ordens ao demônio e este obedecer, como o Gênio da Lâmpada.

O demônio apareceu como um fantasma, é isso?

Não. Era algo viscoso, cheio de tentáculos, sem forma… impossível de descrever mesmo. Com chifres ao longo da pele, cheio de tentáculos, escamoso, nada antropomórfico (que confere características humanas a animais e objetos). E o rapaz ficou exercendo sua força sobre o demônio, que tomava forma. O círculo mágico estava verdadeiramente incandescente, de tão poderoso. Sei que é verdade porque eu estava lá, escondido, tomando nota de tudo, pois todo ritual de magia precisa de uma pessoa para escrever tudo o que acontece. Um tipo de escrivão.

Qual era a altura do demônio?

Era da altura do teto da garagem. Eu estava sentado em um

“triângulo neutro”, então ele não podia também mexer comigo.

O demônio era sólido ou você podia ver através dele?

Era amorfo (sem forma). Quanto mais incenso se queima e mais sangue se derrama, mais o demônio toma forma usando esses elementos. Por isso são materiais básicos para toda magia cerimonial. Quanto mais incenso o rapaz queimava, mais facilmente podíamos ver o demônio. Por fim, quando a coisa tomava corpo, de repente, o telefone tocou. E o rapaz saiu do círculo para atender ao telefone e IMEDIATAMENTE o círculo foi quebrado. E ele DESAPARECEU, juntamente com o demônio. Como um raio de enxofre. E o estranho é que não havia nenhum telefone na garagem.

Oohh!

Esses demônios são traiçoeiros. Entrei e contei o corrido à esposa do rapaz. Ela também estava envolvida, pois era bruxa e feiticeira. Ela teve uma reação tranqüila a respeito do ocorrido. “Bem, acontece!”. Mas certamente ficou muito preocupada. Não se pode ligar para a polícia e dizer que um demônio seqüestrou seu marido e o levou para o abismo. A polícia não tem jurisdição lá. Isso ilustra que as pessoas pensam que podem se divertir dando uma de “Harry Potter”, achando que nada disso é real, mas é muito real. Não estou dizendo que acontece sempre, mas esse rapaz era um mago de alto nível e mesmo assim foi trapaceado pelo demônio.

E qual é a definição de magia cerimonial?

Bem, a magia cerimonial é a forma mais elevada de magia. Precisa se aprender rituais longos e elaborados. Fizemos um ritual chamado "A sagrada magia de Abramelin, o Mago” que custou seis meses de preparação. Todo dia tínhamos de passar por purificações e muitos dos que nos assistem já devem ter ouvido a palavra mágica “Abracadabra”.

Certamente.

Ela vem de uma adaptação de “A sagrada magia de Abramelin, o Mago”. Envolve o uso de túnica e incensos e temos de usar túnicas de certas cores e certas cores de velas, além de bastões, espadas e todo tipo de coisa. Não é algo que alguém que não tenha muito dinheiro faria. Envolve tanto invocação quanto evocação. Invocação é quando acreditamos que estamos chamando algo superior a nós, como um ser angelical. Essas pessoas acreditam que podem invocar anjos e dar-lhes ordens. Já a evocação é quando os magos chamam algo que é inferior ao ser humano, como um demônio, um elemento; e comandam que os sirvam. Aquele livro em particular que eu usava dava exemplos de todos esses talismãs (feitiços). Podia-se comprar papéis e quadros de magia com números ou letras escritos neles. Isso inclui talismãs para se encontrar tesouros, para fazer uma mulher se apaixonar por você ou para voar pelo ar. E para poder entrar em contato com o seu “SAG — “Sagrado Anjo Guardião”, que é o último objetivo. E o Sagrado Anjo Guardião toca esses diferentes talismãs e os enche de poder para que ele nos ajude a fazer o que queremos (encontrar tesouro, voar etc.) Passamos por tudo isso, durante meses e, então, realizamos o ritual e, apesar de termos todos esses talismãs, nada aconteceu.

Quer dizer que havia algo de errado com os Anjos Guardiões?

Não, não havia nada errado com eles. Não eram na verdade anjos, era uma abstração, pois precisa entender que as pessoas que inventaram essas coisas eram da Idade Média, era na qual a maior parte da magia cerimonial surgiu entre os anos de 1200 e 1600, e viviam com medo de serem encontrados pela Igreja Católica que na verdade podia queimá-los vivos na fogueira. Então davam uma aparência “cristã” ao que faziam.

Ohhh!

Ao ler esses livros, talvez você pensassse estar lendo algum Salmo, no qual a divindade é identificada pelo nome de Deus Yahweh, ou Elohim, ou Adonai. Então faziam as coisas parecerem sagradas e santas. Eram geralmente escritas em Latim, que era a língua sagrada. O problema é que usavam isso para mascarar que, na verdade, estavam lidando com as forças das trevas.

Algumas vezes, vemos políticos orando a Deus. Mas podem estar orando a outro “deus". Quem poderá dizer? Apenas o Deus Yahweh sabe o que está no coração da pessoa. Então, quando vemos um político fazendo uma oração, não sabemos se ele está orando para o Deus Verdadeiro ou não. Isso pode ser surpresa para muitos que nos assistem, mas o nome de Deus não é “Deus”. Esse não é o nome dEle, mas o nome de um antigo deus sumério da riqueza ou da boa sorte. O nome da divindade viva e verdadeira é Yahhweh, cujo filho é Jesus, Yahushua. Então se você ora nesses nomes, pode ser um cristão genuíno ou não. Só o Todo-Poderoso sabe. Não devemos julgar as pessoas, mas seus frutos. Se alguém diz: “Sou um cristão político” e faz todo tipo de coisas repreensíveis, então devemos suspeitar. Temos que ser uma espécie de “fiscais de frutos”.

Entendi. Poderia nos contar mais algumas histórias que ilustram o poder da bruxaria?

Um exemplo. Há um conjunto de leis dentre os bruxos, uma espécie de bíblia, chamado “O Livro das Sombras”. E basicamente uma das regras é a lei do retorno três vezes mais. Ou seja, se fazemos algo de bom para uma pessoa, iremos receber o mesmo bem três vez mais, assim como se fazemos algo ruim a alguém, receberemos o mesmo mal três mais. Bem, nos meus primeiros dias como bruxo, quando ainda era apenas um “bebê bruxo”, eu estava com outra garota — não havia conhecido ainda minha esposa — que era uma espécie de sacerdotisa substituta. E eu lhe trouxe um conjunto de ‘bigghes’, como chamamos as jóias usadas na bruxaria. É composto de um colar especial, uma coroa e coisas do tipo. São consideradas muito sagradas. É uma espécie de bijuteria das Jóias da Coroa na Torre de Londres, para ser exato. Porque

toda líder de um coven (grupo de bruxos) é, na verdade, uma rainha, uma rainha bruxa. Bem, essa garota tinha uma amiga que não era uma boa pessoa e que acabou roubando as tais jóias, a fim de penhorá-las. E nem eram muito caras. Mas a garota pensou ter roubado jóias verdadeiras de uma rainha.

E, por causa da lei de retorno em três vezes, essa jovem, de apenas

19 ou 20 anos, caiu dois lances de escada, quebrou a coluna e ficou paralítica da cintura para baixo — até onde sei. Certamente não é algo bom. Também, em diversas ocasiões, fazíamos encantamentos para curar alguém. Certa vez, uma moça em nosso coven estava com o marido tendo… disfunções eréteis. Então fizemos um encantamento de amor e ele foi curado. É algo que acontece mesmo, pois é feito pelo poder dos demônios.

Qual é o lado obscuro disso tudo isso? Quero dizer, se acabam fazendo o bem, então qual seria a outra face da moeda?

Bem, o Diabo nunca dá nada sem exigir um alto preço em troca. Esse é o perigo e a questão é que essas pessoas acabam tendo muito mais fé nos deuses da Wicca e bem menos no verdadeiro Deus da Bíblia. Isso é o mais terrível. Tornam-se cada vez mais enganadas. Eis aqui algo engraçado. Sem citar nomes, esse camarada que tinha o problema, uma vez que o efeito funcionou, um ano e meio depois, ele estava traindo a esposa com outras.

Ohhh!

E a esposa nem suspeitava. E ele acabou se divorciando dela, uma mulher encantadora, e se casando com uma garota de uns 17 anos, 10 anos mais nova que a mulher. O que não é raro… uma vez que ele estava tendo uma crise de meia idade e não tinha mais 30 anos. Essa é uma ilustração interessante de como o tiro pode sair pela culatra quando se faz um feitiço para “levantar o ânimo” de alguém.

Pode nos contar outra história sobre como o poder de Jesus é maior do que esses outros poderes?

Bem, quando avancei, anos depois, acabei me envolvendo no satanismo e conheci uma pessoa que foi o maior satanista de todo o meio-oeste americano. Ele era meu professor. E algo interessante aconteceu. Uma pessoa pagou a esse satanista cerca de 500 dólares para matar sua ex-esposa. Em outras palavras, ele queria enlouquecer a esposa porque ela queria ficar com a guarda das crianças. Não era uma boa pessoa. Ele nos pagou essa quantia e o meu professor me pediu para ajudá-lo com a maldição. Então saímos e começamos a lançar a

maldição. Nada funcionou. Nada. Na verdade, chegamos até a fazer o que é conhecido no vodu como "A grand voutremoni", uma das maiores e mais poderosas maldições que se pode fazer contra uma pessoa. Nada. A única coisa que aconteceu foi que diversas vezes as forças demoníacas que enviávamos contra essa mulher retornavam e nos atingiam. É como se elas fossem lançadas de volta e nos atingissem com coisas horríveis, como ataques de asma, ataque de epilepsia, etc. E depois descobri que esse rapaz que havia me feito o contrato era filho de um pastor e que sua ex-esposa era cristã. Certamente o rapaz não tinha nada de cristão, mas a ex-esposa era mesmo devota a Deus e estava protegida pelo Sangue de Cristo. E tudo o que lançávamos contra ela simplesmente voltava. Não importava o que fizéssemos, não funcionava. E, é claro, quando nos convertemos, muita gente fica furiosa conosco — os mórmons, os maçons, as bruxas, os satanistas, é tanta gente nos amaldiçoando que temos que manter por perto o telefone de pessoas de confiança. E, mesmo assim, 99% dessas coisas não nos pegam, pois somos protegidos. A palavra hebraica para “sangue” é “dohm”. E digo às pessoas que temos um dono.

Que maravilha!

O sangue é um campo de força ao nosso redor que nos cerca e nos protege pelo poder do Deus Vivo.

O que você pode dizer sobre “a luz”? Já que muitas pessoas acham que basta enviar um demônio ou uma coisa para “a luz” e isso resolve o problema.

Eu e minha esposa fomos ordenados médiuns e ministros espiritualistas. Lá nos ensinam: “Oh, se você vir um espírito vindo e perguntar: ‘Você vem da luz’?” Ou, como você disse, se for do mal, basta “enviá-lo para a luz”. Bem, as pessoas se esquecem de que a luz é … neutra. Digo, o próprio nome Lúcifer significa “o que carrega luz”. Ele é chamado de “um anjo de luz” na carta de Paulo aos Coríntios. Quer possua ou seja a luz, poderia ser uma luz falsa. E esse é o problema. Sei que quando passei pela iniciação luciferiana — já adiantando um pouco

— foi como se uma luz intensa, capaz de cegar e queimar, entrasse em meu cérebro. Como se alguém colocasse luz concentrada derretida, uma lava derretida em minha mente. E aquilo me cegou, digo, mesmo com os olhos fechados a luz era muito brilhante, como uma luz incandescente de milhares de sóis. E essa foi a minha “Iluminação”, mas com a luz de Lúcifer. Então eu tinha a luz que todos desejam. Senti como se meu cérebro tivesse ficado exposto ao sol quando terminamos, mas não sabia de nada. Estava em trevas espirituais. Às vezes, a ilusão de luz é a mais profunda das trevas. E mais eficaz confrontar um espírito maligno no nome de Jesus Cristo e ordená-lo a obedecer e perguntar: “Você serve ao

Deus Vivo, Yahweh Elohim, o Rei do Universo?” E, claro, eles têm que dizer: “Não sirvo.” E então basta mandá-los embora.

Existe amor dentro da bruxaria?

Bem, sim. Existe um velho ditado de que diz que os bruxos não amam e não choram. Mas não é bem a verdade. Os bruxos são pessoas normais. São tão normais quanto os Metodistas, os Batistas, os Hare Krishnas e os Budistas. Eles são capazes de amar, mas não necessariamente são capazes de ter o amor ágape desprovido de egoísmo que os cristãos devem ter, mas são sim capazes de amar. Quero dizer, amo minha esposa profundamente. E a amo zilhões de vezes mais hoje. Conheci pessoas que amam muito, mas uma coisa digo a você: A Wicca leva o casamento muito a sério. Realizamos alguns poucos “apertos de mãos”, que é como chamamos um casamento bruxo. E tivemos muitas pessoas que eram casadas até mesmo antes de terem entrado para os nossos covens. Mas nenhum desses casamentos sobreviveu, a não ser o nosso. Todos os outros casamentos acabam em divórcio. O que é muito mais alto que a média nacional.

Você fez um comentário em um dos seus livros que diz que as pessoas vão para a Wicca porque estão cansadas das religiões organizadas. A Wicca tem algum dos problemas das religiões convencionais?

Claro que sim porque onde tem pessoas, tem problemas. É como a velha piada: “Estou procurando a igreja perfeita, e se seu a encontrar e fizer parte dela, não seria mais perfeita porque eu estaria nela.” Não existe igreja perfeita. Mas a diferença é que a Wicca só se tornou algo organizado há menos de um século. Então não tiveram tanto tempo nem poder para bagunçarem tudo, como fez a igreja cristã ao longo dos séculos. Mas sim, havia vingança, disputas, adultério, coisas do tipo. Na verdade, houve um rapaz que tentou atirar em outro homem do grupo porque ele estava tendo um caso com sua esposa. Quero dizer, todos têm os mesmos problemas. Só que era em uma escala menor porque um coven só pode ter 13 membros. Pode se ter uma igreja com 500 pessoas, mas não covens com 500 pessoas. Mas mesmo em uma dimensão microscópica, sempre existe bate-boca, revide, traição e todos os mesmos problemas. É por isso que muitos bruxos preferem ser solitários. O que significa que somente praticam a justiça deles mesmos. É mais fácil, pois é como ter uma igreja de uma pessoa só. E obviamente andam sozinhos e fazem o que querem. Mas isso não resolve o problema, pois a pessoa ainda continua perdida. Continua a caminho do Inferno.

Qual é a história da Wicca? Pois imagino que muitas pessoas pensam que se trata de uma religião antiga.

É assim que ela é vendida. Eles a chamam de “ill vecchio religione”

— a velha religião. Mas, na verdade, até mesmo as bruxas que levam a sério sua formação admitirão que não havia coisas como “o culto das bruxas”, que hoje é descrito, antes do início do século 20. Na verdade, muitas delas irão agora dizer que provavelmente Gerald Gardner, um aposentado inglês do serviço civil, basicamente inventou a bruxaria nos anos 50. Na Inglaterra, até 1951, era um crime confessar que você era bruxo. Era considerado uma arte falsa. E eles mudaram as leias e a denominaram de “atos mediúnicos fraudulentos” Então pela primeira vez na história da Inglaterra se tornou legal alguém se declarar bruxo. E dois anos depois disso surge Gerald Gardner com seu livro “Auxílio à Alta Magia”, uma ficção sobre um conven de bruxos na região de New Forest, na Inglaterra. Esse foi o início do culto das bruxas moderno. E a maioria dos bruxos sérios dirá que não consegue ver qualquer relação… Sim, havia bruxas antes dos anos de 1900, mas não eram o tipo de bruxas que essas pessoas queriam ser. Elas basicamente lançavam feitiços e amaldiçoavam pessoas e faziam todo tipo de coisas esquisitas, ou eram herbalistas (curavam com plantas) O que, devo dizer, não há nada em errado em ser um herbalista. Mas essas eram mulheres velhas e estranham que viviam nas florestas e colhiam ervas e coisas do tipo. Então, apesar das Relações Públicas ditar que a bruxaria é algo muito antigo, deve-se ao fato de se basear em alguns poucos conceitos antigos, mas não há qualquer linhagem direta, como a Igreja Católica afirma ser a sucessão desde o “Papa Pedro”, não existe algo desse tipo na Wicca.

A Wicca é basicamente uma religião fabricada. Criada no contexto dos anos 30 e 40.

Ela tem alguma relação com o druidismo?

Bem, sim, porque… apesar de ser algo muito sutil, pois poucas pessoas sabem o que os druidas realmente faziam. Eles não tinham escrita. Essa era uma das coisas estranhas e fantásticas a respeito dos druidas. Eles memorizavam tudo. Nada era escrito. E por isso, não há nenhum registro real, a não ser o senso comum das coisas em que os druidas acreditavam.

E eles não acreditavam em uma série de coisas que os bruxos acreditam. Por exemplo, os druidas não acreditavam em reencarnação, criam na imortalidade da alma, mas não na reencarnação. E a maioria dos bruxos já acredita na reencarnação. Eles acreditavam em uma trindade e não criam em uma deusa. O que surpreende muitas pessoas. Então, na verdade, enquanto muitos bruxos declaram: “Somos descendentes dos druidas", e uma série de coisas, na verdade, não são. Assim como nos últimos 20 ou 30 anos eles surgiram com um monte de

coisas que nunca descobriram, como enterro nos montes. E não há muita evidência de que os druidas tenham tido qualquer tipo de figura divina matriarcal, a não ser no senso mais rudimentar.

Muitas pessoas na Wicca e no ocultismo moderno acham que é bom abraçar o seu lado negro. Você acha que isso é algo bom ou ruim?

Não acho que seja algo bom porque a Bíblia nos diz que todos temos um lado negro, uma natureza pecadora. Mas o problema é que não queremos deixar que ela predomine. Pedimos ao Senhor que venha e modifique isso com o poder do Seu amor. Vou dizer o problema nisso tudo. Remete-nos a Cari Jung, um psicólogo proeminente, provavelmente o segundo psicólogo mais influente do século 20, depois de Freud. Ele tinha esse conceito de inconsciente coletivo, de que todos nós temos, como ele chamava, um lado “sombra” dentro de nós, que é essa parte obscura, suja e maligna que não gostamos de admitir. E Jung ensinava que, a fim de nos tornamos individualizados, uma pessoa plena, seria necessário abraçarmos esse lado negro. E isso não é bom. Veja o que aconteceu com Darth Vader no filme “Guerra nas Estrelas”. Não queremos abraçar algo que seja mal. Quero dizer, todas as partes de nós que não são boas, não queremos reconhecer. O que precisamos fazer é entregá-las ao Todo-Poderoso e dizer: “Transforme essas coisas pelo poder do amor do Espírito Santo”. Não abraçá-la e dizer: “Tudo bem se quero nutrir meu desejo interior de molestar crianças, de cometer homicídio em massa ou de me tornar um serial killer”. Não. Ninguém quer fazer isso. O que queremos é nos arrepender. Estarmos com as contas acertadas com o Todo-Poderoso.

Pela sua experiência, se alguém acha que lhe estão lançando feitiços nocivos, o que deve fazer?

Bem, se a pessoa não for cristã, precisa passar pelo novo nascimento. Recebemos cartas com essa pergunta todos os dias, porque todo mundo sabe que sou um ex-bruxo. E, essencialmente, eu digo às pessoas: “Bem, antes de mais nada, certifique-se de que está andando intimamente com o Deus Yahweh. Certifique-se de que não está em qualquer tipo de pecado. Porque se somos cristãos fiéis, estamos sob o Sangue e nada nos toca.” A não ser se estivemos em uma situação específica, como a de Jó, na qual Deus disse ao Diabo: “Tudo bem, faça o que quer, mas para a minha glória”. Mas isso não é o padrão. Então digo a essas pessoas que, antes de mais nada, coloque sua casa em ordem. Depois, se coisas estiveram arrumadas, precisam fazer orações de guerra agressivas e se certificarem de colocar toda a armadura de Deus de acordo com o capítulo 6 de Efésios. Precisam orar por sua terra, por sua casa, consagrando elas mesmas, suas famílias e seus filhos ao serviço de Deus e isso, em geral, ajuda a lançar fora todo mal. Essa é a Regra

Fonte : Entrevista com ex-vampiro

Arquivado em:Bruxas Feiticeiros Advinhos, Entrevista ex-satanista

Magia e Fantasmas

Espiritismo esperiencia pos morte

Que tipos diferentes de magia existem?

Bem, como já dissemos antes rapidamente, há o que é chamado de magia folclórica, que é algo muito primitivo e que geralmente está relacionado a pessoas de países em desenvolvimento como, por exemplo, um fazendeiro e sua esposa que, depois de terem plantado as sementes de sua colheita do ano e, na primeira noite de lua cheia, saem e fazem amor com o solo e dão energia fértil ao solo a fim de ajudar mais na safra. Esse seria um exemplo de magia folclórica. Ou como plantar batatas na sexta-feira da paixão, como ensina o “Almanaque do Fazendeiro”, que, na verdade, se trata de pura bruxaria, mas é um exemplo de coisas que as pessoas fazem por crença popular. E há o que é chamado de Espiritismo Cultural, que seria um nível acima. São grupos mais organizados que, em geral, fazem parte de algum grupo étnico. A mais conhecida seria o vodu. Santeria, Umbanda, Paio Mayumbe — são todos grupos que são uma mistura do catolicismo e as antigas religiões africanas que se alastraram em lugares como o Brasil, Cuba, Haiti e México. Essas são formas muito perigosas e poderosas de magia negra. E há o que chamamos de bruxaria, que já abordamos. Então há magia cerimonial, que é uma forma elevada e ritualizada de magia e pode ser magia branca ou negra. No entanto, principalmente nas culturas espíritas, tendem a ser mais magia negra. E há também o que é chamado de Magia Hermética, que é quando você chega a um nível no qual pode praticar magia puramente mental, sem precisar de qualquer ritual, sem ter que balançar varinhas ou dizer qualquer palavra. E você apenas usa as três coisas que mencionei anteriormente: relaxar, visualizar o que quer e desejar que aconteça.

E todas usam demônios para lhes dar poder ou o poder vem de outra fonte?

A maioria não sabe que se utiliza de demônios. Eles acham que estão consultando os ancestrais. No vodu, pensam invocar os Loa, uma espécie de antigos deuses com têm uma máscara católica. Mas, sim, no final das contas, todos esses diferentes tipos de magia drenam seus poderes dos demônios ou dos anjos caídos.

E como você sabe disso?

Bem, novamente, porque nossa experiência nos mostra que quando nós, como cristãos, oramos e amarramos os espíritos malignos por trás desses diversos grupos, em nome de Jesus, o poder deles vai por terra, como um castelo de cartas.

Certo, isso acontece mesmo. Por quanto tempo você esteve na magia branca?

Por 16 anos.

E na magia negra?

Bem, pode se estar na magia branca e na negra ao mesmo tempo.

Oh!!!

Mas na magia negra deve ter sido uns 3 ou 4 anos.

Qual a diferença entre a magia e a negra?

Bem, vou tentar simplificar. Magia branca é fazer as coisas de forma altruísta ou por “boas” razões. Seriam coisas como curar alguém, fazer um feitiço para ajudar alguém a conseguir um emprego, similar ao que acontece em uma reunião de oração na igreja. Em geral, não é de natureza egoísta e é com boa intenção. Alguém da magia branca nunca deseja machucar outra pessoa conscientemente. A magia negra, como deve imaginar, é justamente o contrário. E quando suas intenções são, na melhor das hipóteses, egoístas e, na pior, malignas. E você, deliberadamente, no mínimo, está disposto a conseguir o que quer, não importando o que aconteça com os outros. E é daí pra baixo. E chega-se a ponto de os praticantes da magia negra fazerem o mal apenas por pura maldade.

Teve alguma dica, enquanto era bruxo, da magia branca ou negra, de que os cristãos eram mais poderosos?

Muito pouca… na verdade, nunca conheci um cristão verdadeiro quando era bruxo. Então era difícil ter essa noção. O mais perto seria o que mencionei antes quando tentamos lançar uma maldição para aquela mulher que era filha de um pastor e todas voltaram. Acho que na época o diabo havia bloqueado minha mente. Acho que não “saquei” nada. Não me ocorreu de perguntar: “Ei, gente, por que essa mulher desprezível consegue se desviar de todas essas poderosas maldições?” Havíamos lançado todas as maldições que conhecíamos, algumas das mais cruéis e

intensas do livro. E elas todas ricocheteavam como bolas de isopor que saíam de um tanque blindado.

E, normalmente, era algo que deveria ter pego, dado certo?

Oh, sim. Normalmente, quando não feitas contra um cristão, essas coisas podem até matar. Por exemplo, o rapaz que mencionei antes, que era muito mal e em cujo apartamento eu fiquei, fazia rituais contra as pessoas que não gostava e, em 24 horas, havia centopéias se arrastando para fora do estômago delas.

Eca!!!

Esse é o tipo de coisa que se pode fazer no vodu. O vodu é algo

incrivelmente poderoso. Mas usamos as maldições vodu contra essa mulher e — pphht — nenhum efeito.

Segundo sua experiência, o que pode nos relatar sobre universos e realidades alternativos?

Parte dele é chamado de Universo Alternativo e é o Sistema de Magia da Estrela Sírius. Parte disso é chamado de Arqueometria. E a idéia é o mago aprender a penetrar a membrana que separa os universos e ir para um outro universo, pois até mesmo os físicos acreditam que existem milhões de universos paralelos por aí. A física quântica fala sobre isso. Então o que podíamos fazer era penetrar a membrana entre os universos e adentrar em um novo universo, ao qual nos referíamos como universo virgem. E haveria uma quantia enorme de poder místico disponível porque seria totalmente não aproveitada, pois não haveria vida nesse universo. Então você cria vida com o poder oculto que já possui e se torna um deus, ou deusa, a suprema divindade daquele universo. Era isso o que aprendíamos. Então, se você realmente souber o que está fazendo, tem a capacidade de adquirir algum poder, porque pense só — pense como é vasto o universo — quantas galáxias existem — eles dizem há bilhões de galáxias aí fora, cada uma com bilhões de estrelas. Pense na energia que há em um universo apenas. E você tem essa capacidade, então, supostamente, como mago, de puxar essa energia através da membrana de volta para este universo no qual vivemos e usá- la para seus próprios propósitos. Essa é basicamente uma das formas mais elevadas e mais perigosas de magia.

Como os demônios se comunicavam com você?

Na maioria das vezes, você ouve vozes em sua cabeça. Essa é a forma mais comum. Quero dizer, raramente, se eu estivesse fazendo

algum tipo de grande invocação maligna ou coisa do tipo… eles acabavam aparecendo… mas não é algo bonito de se ver.

Como eles se parecem?

Bem, é quase impossível descrever, porque não possuem uma forma humana. Eles se parecem com insetos e assumem a forma a partir do incenso que você está queimando, porque normalmente não podem se manifestar de forma física. São muito feios e, em geral, muito pequenos e, raríssimamente, possuem uma forma agradável. Eles parecem, para ser mais exato, uma barata gigante, ou um louva-a-deus. É difícil descrever o indescritível.

Entendo. Quando você os viu ou ouviu, como soube que não era a sua imaginação?

Bem, antes de tudo, eu não sabia. Exceto pelas diversas vezes nas quais eles me contaram coisas que eu não poderia conhecer por meios naturais. Quero dizer, eles me davam acesso a informações que estavam além da minha capacidade de conhecimento.

Entendo. Então por que a maioria das pessoas entra para a Magia Negra?

Bem, antes de tudo, elas não entram nisso diretamente. Em geral, começam tendo curiosidade pelo ocultismo, pela bruxaria ou pela magia branca, é algo que vai seduzindo a pessoa. É como todo mundo pensa: “Bem, posso fumar cigarro, mas não me envolvo com drogas pesadas como heroína ou cocaína.” E nem sempre as coisas funcionam dessa forma. Quero dizer, algumas pessoas podem continuar a vida toda apenas se sujando com magia branca e continuarem bem, exceto, claro, peio fato de que estão perdidos e a caminho do inferno. Mas a maioria das pessoas começa com magia e perceba que o poder da magia é o principal vício. É capaz de viciar mais do que a heroína, a cocaína e qualquer outra coisa que eu já experimentei na vida. E, como qualquer outro vício, você desenvolve uma tolerância a isso. Ou seja, o corpo, a alma e o espírito começam a ficar entediados com um certo nível de poder e você fica querendo mais. Depois de um tempo, você começa a pensar, como eu fiz, que o único caminho para se conseguir mais poder, sem ter que ira a Yahweh, é entrando na magia negra. Ou você já começa, é claro, com a magia cinza, que é a magia moralmente desafiadora. E então você vai avançando cada vez mais em direção à magia negra. E, se não for impedido, como eu fui, pelo poder do Espírito Santo, acabará cometendo coisas muito abomináveis.

E o que aconteceu com a maior parte das pessoas que você conheceu na magia negra?

Enlouqueceram, cometeram suicídio ou tiveram suas vidas arruinadas.

Nossa! Já ouvi histórias de pessoas que foram encontradas em um círculo de magia negra com um pedaço do que parecia ser carne de hambúrguer no meio. Poderia nos dizer o que são essas coisas?

Uma obra de magia que falhou. Com isso, quero dizer que um mago tentou conjurar algum demônio. É o tipo de história que contei sobre o que aconteceu na garagem e o rapaz no círculo mágico que acabou sendo vaporizado. Se você fizer qualquer movimento errado quando estiver fazendo algum tipo de magia ritualística de alto nível, pode acabar parecendo que foi atropelado por um caminhão.

Quantas vezes você ficou sabendo o que realmente acontecia?

Bem, em minha experiência pessoal, apenas algumas vezes, umas duas ou três vezes.

E com algum conhecido?

Sim, incluindo eles. Não é algo que acontece com freqüência, para ser sincero. Antes de tudo, você precisa entender que não há muitos magos cerimoniais por aí. Digo, a proporção é que 100 bruxos para um mago cerimonial. Não há muitos deles, mas há muitos bruxos. E muitos desses poucos magos cerimoniais nunca conseguiram nenhum resultado.

Acho que lhe contei como fizemos o elaborado ritual de Abramelin, o Mago e tentamos fazer nosso Anjo da Guarda Sagrado aparecer, usando talismãs e tudo mais e no fim — pphht — nem funcionou. Então, em muitas das vezes, há ocasiões em que a magia funciona e em outras não. Então, contabilizando… Digo, provavelmente um bom mago cerimonial tenha feito talvez 2 ou 3 obras de magia poderosas em poucos anos.

O que é a “Árvore da Vida”?

Bem, a “Árvore da Vida” é algo bem antigo. É até mencionada no Livro de Gêneses, mas tem sido usada por milhares de anos como símbolo do misticismo judaico, chamado de Cabala. Os magos usam a parte de trás da Árvore da Vida, que é chamada de “Arvore Qlifotic” e infelizmente muitos tipos de ocultismo têm usado os dois lados da “Arvore da Vida” e criado confusões com ela, explorando-a de uma forma que não era a intenção original dos antigos cabalistas. Mas o que fazíamos era através do negócio dos universos paralelos e entrávamos em

portais dimensionais na parte de trás da Árvore da Vida, a Arvore Qlifotic, e lá encontrávamos esses universos paralelos. E também havia o que chamávamos de Túneis Tifonianos ou túneis de Tifon, o deus egípcio da destruição. Nós usávamos esses túneis para irmos de um universo para outro e, dessa forma, adquiríamos cada vez mais poder.

E o que é o Necromonicon?

Bem, muita gente acha que se trata apenas de um livro de ficção que um escritor de horror científico, chamado H. P. Lovecraft, escreveu há uns 100 anos, mas na verdade existe mesmo esse livro. É talvez um dos poderosos e perigosos grimoirs, traduzindo, livro de magia, que existe. E ele basicamente nos remete de volta à antiga Suméria (reino da baixa Mesopotâmia na Antigüidade) e contêm rituais pelos quais você supostamente pode invocar os Antigos Grandes, os deuses antigos. Vou lhe dar uma ilustração para exemplificar como ele é perigoso. Há 25 anos, publicaram uma edição limitada do conteúdo mais suave do verdadeiro Necromonicon, uma edição limitada em 666 cópias. E por mais estranho que pareça, tinha uma dedicatória na capa da frente, que dizia “Ad Maiorum Crowley Gloriam”, que é uma paródia ao lema jesuíta “À maior das glórias de Crowley”. E o amigo que eu conhecia na livraria ocultista em Milwaukee disse que ele vendeu um exemplar desse livro a um mago muito habilidoso e de alto nível na comunidade. O homem levou o livro para casa e em 24 horas suas três filhas mais velhas haviam entrado na banheira e cortado a garganta de orelha a orelha com uma lâmina de barbear e morrido.

Ohhh!

Então ele foi devolver o livro. Outro camarada, também um mago muito habilidoso, comprou uma cópia do livro. Ele morava em uma cobertura voltada para o Lago Michigan e levou o livro para casa. Assim que ele passou pela porta, o gato preto que ele tinha recuou fazendo HSSSSS, assim, e começou a correr pela casa como se estivesse possuído por um demônio, pois era tão rápido que o gato não poderia fazê-lo naturalmente. E de repente — o que é estranho, pois esses apartamentos são construídos com muita segurança — um tiro passou pela janela de vidro temperado como uma bala de canhão e existem umas 20 ou 30 histórias sobre como o gato morreu.

Puxa!

Então ele foi devolver o livro. Depois, nós o compramos — por

algum motivo — e fizemos alguns dos rituais contidos nele, e coisas

bizarras aconteceram, mas nada fatal, nada que nos ameaçasse. Creio que é porque Yahweh estava nos guardando.

Certo. E que conselho você daria às pessoas que têm interesse em dar uma olhada no livro?

Bem, eu diria que, antes de tudo, é incompleto. Os rituais são todos parciais porque o verdadeiro Necromonicon está guardado onde ninguém, a não ser os satanistas de alto nível e o Papa, têm acesso. Há uma cópia no Vaticano, como eu já disse. E há um exemplar que eu tive autorização de copiar, mas nunca tive posse do livro. E entendo que haja talvez 12 cópias extras no mundo. Então, em primeiro lugar, o livro que você está comprando, disponível nas livrarias, não é o verdadeiro. E apenas um pedaço bem pequeno do original. E, depois, ele envolve um tipo de magia que é extremamente corrosiva à alma. Ela suga a sua alma, e recebe algo maligno assim até mesmo na presença do livro.

Puxa! Então as pessoas não devem nem abrir o livro nas livrarias para dar uma olhada?

Eu não faria isso.

E o que você diria sobre Harry Potter?

Bem, acho que é a série de livros de maior perigo atualmente. Ensinam as crianças a amarem a feitiçaria. Por exemplo, a Federação Pagã na Inglaterra relatou que quando primeiro livro do Harry Potter foi lançado, a procura de jovens querendo saber como se tornar um bruxo aumentou 1900% em um ano. É um crescimento fora do comum. Temos um vídeo sobre o assunto chamado “To Harry, or not to Harry” E basicamente pensamos que eles possuem uma linguagem muito inteligente para atrair as crianças para o ocultismo. Eles ensinam, o que é mais grave, que a magia é um método eficiente de resolver os problemas. Porque é o que Harry e seus amigos fazem. Eles utilizam magia para resolver seus problemas e já conseguimos identificar mais de 150 genuínas práticas ocultistas em toda a série. Algumas coisas nos livros são inventadas, como o jogo Quidditch, mas existem também cerca de

150 práticas ocultistas realizadas por magos na vida real. Então se você quer que seu filho se torne um bruxo, basta permitir que ele leia Harry Potter.

Então uma criança pode receber demônios através da leitura de Harry

Potter?

Acho que isso é muito comum. Sim. Eu jamais deixaria um filho meu nem chegar perto dos livros.

Segundo sua experiência, fantasmas existem?

Sim e não (risos). Quero dizer, não creio que existam fantasmas sem corpos que vivem zanzando por aí no planeta, mas creio que existem o que chamamos de espíritos familiares, que enganam as pessoas se fazendo passar por gente que já morreu. E acho que muitas das vezes os demônios são atraídos a lugares onde ocorreram violências, blasfêmias ou outros pecados graves. Por exemplo, se alguém foi morto em uma casa, como no caso clássico de “Horror em Amytville”, esse tipo de violência definitivamente atrairá espíritos demoníacos porque eles se alimentam dessa energia maligna, desse ódio. Então se alguém vai morar em uma casa dessas, haverá todo tipo de coisa estranha acontecendo, mas não são fantasmas. São apenas demônios tentando criar confusão e lançando mal e ódio nas pessoas, porque se as pessoas são levadas a acreditar em fantasmas, acabaram indo para um médium espírita ou alguém do ramo, e seguindo uma linha de pensamento ilógica e antibíblica de vida após a morte e o que o destino representa para os vivos. Eles ouvirão: “Oh, não existe inferno!”. Que há apenas uma enorme luz branca e que todos vão em direção a essa luz. Como John Edward e outros médiuns costumam ensinar. Então essas pessoas acabarão sendo enganadas e, por isso, as assombrações existem para enganar as pessoas. Quero dizer, até no meu caso, parcialmente, eu me envolvi com o ocultismo porque comecei a ler os livros de Hans Holzer, sobre as visitas que ele fazia a casas mal-assombradas e se utilizava de um médium para solucionar o caso e expulsar o fantasma da casa.

Você já viu algum fantasma?

Bem, diante do que falei, a resposta óbvia é “não”. Mas já vi manifestações que se diziam ser fantasmas. Isso sim.

Entendo. Você já viu algo que outra pessoa poderia chamar de fantasmas?

Em outras palavras, já estivemos em muitas casas mal- assombradas. Éramos caça-fantasmas 10 anos antes do filme com o mesmo título ser lançado. E, em algumas ocasiões, vimos formas brancas e transparentes ou formas escuras movendo-se pelos quartos, como… A única forma que consigo descrever é que pareciam que estavam sobre patins, mas sem nenhum meio visível de locomoção. Mas eram demônios, não espíritos humanos. Eles tentam enganar as pessoas.

 

 

Fonte: Entrevista com ex-vampiro

Arquivado em:Bruxas Feiticeiros Advinhos, Entrevista ex-satanista

O que deve saber sobre a bruxaria

bruxaria

A BRUXARIA atual é difícil de definir. Isto se deve a que os que a praticam variam muito. Não reconhecem nenhuma autoridade central, doutrina ou livro sagrado para unificar a crença. Divergem também em tradição, organização, rituais e opiniões sobre que deuses honrar. Certa escritora observa: “O mundo do ocultismo oferece à pessoa uma ‘feira livre’ de idéias.” Outra diz: “A maioria dos neopagãos discordam em quase tudo.”

Para muitos, as contradições não são problema. Um manual para pretensas bruxas declara: “Quando se vê confrontada com informação aparentemente contraditória, examine esta informação e decida o que seguir. Dê atenção à sua intuição. Em outras palavras, sinta-se à vontade para selecionar e escolher dentre os rituais publicados e os manuais de ritos aquilo que lhe parece certo.”

Para os que reconhecem a natureza da verdade, essas contradições são um problema. A verdade é um fato, é uma realidade. As coisas não são simplesmente verídicas porque alguém acha, espera ou crê que o sejam. Por exemplo, houve tempo em que os médicos acreditavam que podiam curar a pneumonia por cortar uma galinha viva em dois pedaços e colocar estes sobre o peito do paciente. Sem dúvida, muitos pacientes acreditavam sinceramente que este tratamento os curaria. No entanto, suas crenças e esperanças não estavam em harmonia com o fato de que esse procedimento não cura a pneumonia. As pessoas não inventam a verdade; elas procuram compreendê-la.

A Bíblia afirma conter a verdade sobre assuntos espirituais. Jesus Cristo, quando esteve na Terra, disse ao seu Pai no céu: “A tua palavra é a verdade.” (João 17:17) O apóstolo Paulo escreveu: “Toda a Escritura é inspirada por Deus.” (2 Timóteo 3:16) Muitos dos que praticam a bruxaria não concordam com isso. Procuram, em vez disso, inspiração e orientação em mitos, em religiões antigas e até mesmo na ficção científica. No entanto, não é razoável pelo menos considerar o que a Bíblia diz? Afinal, ela é quase que universalmente reconhecida como livro sagrado. É também um dos textos religiosos mais antigos que sobreviveu. A Bíblia foi escrita durante um período de 1.600 anos, mas é coerente em todos os seus ensinos. Comparemos os ensinos da Bíblia com algumas das crenças comuns, atualmente expressas pelos que promovem a bruxaria.

Quem mora no domínio espiritual?

Uma pergunta básica na busca do entendimento espiritual é a de quem habita no domínio espiritual. Embora a maioria das atuais bruxas sigam uma crença politeísta, orientada pela natureza, algumas adoram uma grande deusa-mãe, considerada como desempenhando o papel tríplice de donzela, mãe e velhota, representando os estágios básicos da vida. Seu amante é um deus com chifres. Outras bruxas adoram um deus e uma deusa em conjunto. Certo escritor diz: “A Deusa e o Deus são encarados como manifestação das forças feminina e masculina da natureza. Cada um [tem] características particulares que, quando combinadas, resultam na criação harmoniosa da vida.” Outra autoridade escreve: “Uma das escolhas essenciais que se faz na bruxaria é sua escolha das deidades (deuses/ deusas) com que você trabalhará. . . . A crença lhe dá a liberdade de escolher e subseqüentemente honrar suas próprias formas do Divino.”

A Bíblia não apóia nenhuma dessas idéias. Jesus Cristo devotou todo o seu ministério a instruir outros sobre Jeová, “o único Deus verdadeiro”. (João 17:3) A Bíblia declara: “Jeová é grande e para ser louvado muito, e para ser temido mais do que todos os outros deuses. Porque todos os deuses dos povos são deuses que nada valem.” — 1 Crônicas 16:25, 26.

Que dizer do Diabo? O Novo Aurélio Século XXI define a bruxaria como “acontecimento que se atribui a artes diabólicas”. Seria difícil encontrar hoje uma bruxa que concordasse com esta definição, porque muitos não aceitam nem mesmo a existência de Satanás, o Diabo. Uma mulher jovem, descrita no jornal The Irish Times como “bruxa e líder de alta classe de um dos grupos de bruxas mais significativos da Irlanda”, argumenta do seguinte modo: “A crença no Diabo implica na aceitação do cristianismo . . . [O Diabo] não pode habitar num Universo em que não há Deus.”

A Bíblia confirma a existência do Diabo e o acusa de causar grande parte do sofrimento e da agitação na Terra. (Revelação [Apocalipse] 12:12) Jesus não somente ensinava a existência do Diabo, mas também mostrou que é possível inadvertidamente fazer a vontade do Diabo. Por exemplo, líderes religiosos hipócritas do primeiro século afirmavam que, de certo modo, eles eram filhos de Deus e criam que também faziam a vontade de Deus. Jesus, que podia discernir o que havia no coração deles, sabia que não era assim. Ele lhes disse francamente: “Vós sois de vosso pai, o Diabo, e quereis fazer os desejos de vosso pai.” (João 8:44) Além disso, o livro bíblico de Revelação declara que o Diabo “está desencaminhando toda a terra habitada”. — Revelação 12:9.

Há alguma magia boa?

Naturalmente, a magia sempre foi associada com o ocultismo. Muitos, tanto nos tempos antigos como nos modernos, acreditam que a magia praticada por bruxas é feita para prejudicar outros. Atribui-se às bruxas o poder de causar severa dor ou mesmo a morte por meio da magia. Tradicionalmente, tem-se atribuído às bruxas uma quase ilimitada série de desgraças, inclusive doença, morte e safras perdidas.

As bruxas atuais negam fortemente tais acusações. Embora reconheça a existência de ocasionais bruxas trapaceiras que fazem o mal, a maioria afirma que sua magia é usada para beneficiar, não para prejudicar. As bruxas ensinam que os efeitos da magia recairão em triplo sobre a pessoa que a pratica e dizem que isto é um dos principais impedimentos a se proferir maldições. Exemplos desta chamada magia benevolente incluem feitiços para se proteger, para limpar o lar da energia negativa deixada por moradores anteriores, fazer alguém enamorar-se de você, promover curas e saúde, segurar o emprego e conseguir ganhar mais dinheiro. Por se atribuírem tais poderes amplos à bruxaria, não é de admirar que ela tenha ficado cada vez mais popular.

No entanto, a Bíblia não faz nenhuma distinção entre magia boa e magia má. Na Lei dada a Moisés, Deus tornou bem clara a sua posição. Ele disse: “Não deveis praticar a magia.” (Levítico 19:26) Lemos também: “Não se deve achar em ti . . . algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita.” — Deuteronômio 18:10, 11.

Por que disse Deus isso? Não é porque pretende negar-nos o que é benéfico. Jeová deu estas leis ao seu povo porque o amava e não queria que ficasse escravizado pelo medo ou pela superstição. Antes, ele convida seus servos a se dirigir a ele em busca das coisas de que precisam. Ele é o Dador de “toda boa dádiva e todo presente perfeito”. (Tiago 1:17) O apóstolo João assegurou aos concrentes: “Tudo o que pedimos recebemos [de Deus], porque estamos observando os seus mandamentos e estamos fazendo as coisas que são agradáveis aos seus olhos.” — 1 João 3:22.

Que dizer de espíritos maus?

Muitas bruxas concordam com a Bíblia no seguinte ponto: Existem mesmo espíritos maus. Um ensaio publicado por alguém que promove a bruxaria adverte: “As Sombras estão lá fora: Elas existem no mundo invisível paralelo ao nosso, criaturas vivas. . . . Os termos ‘Diabinho’, ‘Espírito Mau’ e ‘Demônio’ são bastante exatos. Esses são muito fortes. . . . A variedade mais inteligente deles . . . é capaz (quando alguém lhes dá suficiente ajuda por abrir-lhes a porta) de entrar no nosso mundo. . . . Eles podem entrar no seu corpo . . . , até mesmo assumindo certo grau de controle sobre você. Isto é exatamente como as histórias antigas sobre ser possesso por demônios.”

Nos tempos bíblicos, pessoas eram de diversas maneiras dominadas por demônios. Algumas das afetadas assim não conseguiam falar, outras ficavam cegas, outras agiam de forma demente e algumas tinham força sobre-humana. (Mateus 9:32; 12:22; 17:15, 18; Marcos 5:2-5; Lucas 8:29; 9:42; 11:14; Atos 19:16) Às vezes, a agonia aumentava quando muitos demônios simultaneamente tomavam posse de alguém. (Lucas 8:2, 30) Portanto, certamente há bons motivos para advertir as pessoas de ficar longe da bruxaria e de outras práticas do ocultismo.

A religião baseada na verdade

Muitos são hoje atraídos pela bruxaria porque ela lhes parece ser uma religião inofensiva, benigna, da natureza. Foi aceita em algumas comunidades. Não é temida. Antes, muitas vezes tem sido considerada insignificante. Num clima em que a tolerância religiosa induz muitos a aceitar mesmo o bizarro, a bruxaria granjeou considerável respeito.

Deveras, o mundo das religiões tornou-se uma feira na qual as pessoas podem escolher à vontade uma que satisfaça as suas necessidades, do mesmo modo como se compra um par de sapatos. Em contraste, Jesus falou de apenas duas opções. Ele disse: “Entrai pelo portão estreito; porque larga e espaçosa é a estrada que conduz à destruição, e muitos são os que entram por ela; ao passo que estreito é o portão e apertada a estrada que conduz à vida, e poucos são os que o acham.” (Mateus 7:13, 14) Naturalmente, temos a liberdade de escolher que caminho seguir. Mas, visto que envolve o nosso bem-estar eterno, a escolha que fazemos é vitalmente importante. Para conseguir esclarecimento espiritual, temos de seguir o caminho da verdade — o caminho encontrado somente na Palavra de Deus, a Bíblia.

Jhero 

Arquivado em:Bruxas Feiticeiros Advinhos

A adoração de Satanás em nossos dias

Simbolos satanicos

NÃO há dúvida de que Satanás deseja ser adorado. Ao tentar a Jesus, ele ofereceu dar-lhe uma enorme recompensa sob uma única condição: “Se te prostrares e me fizeres um ato de adoração.” (Mateus 4:9) Jesus, naturalmente, se recusou, mas, nem todos têm seguido o seu exemplo. A adoração de Satanás é comum neste mundo moderno.

Por exemplo, no Canadá, o jornal The Calgary Herald publicou uma série de artigos sob o título “Os Discípulos do Diabo”. Citou o depoimento de um investigador de polícia, que disse: “Por meio de entrevistas fiquei sabendo que o satanismo não é exclusivo de nenhum grupo específico na sociedade. Dados colhidos pela Polícia de Calgary e pela Real Polícia Montada do Canadá indicam que apenas em Calgary existem supostamente 5.000 satanistas praticantes.”

Outras reportagens mostram que o culto de Satanás, em diferentes estilos, está aflorando em todos os Estados Unidos e Europa. Até mesmo a polícia se interessa pelo satanismo. Por quê? Porque em muitos casos está encontrando ligações entre crimes e cultos satânicos. Recentemente, certo investigador policial foi citado como tendo dito: “Estamos lidando é com uma religião e com pessoas que crêem nela assim como outras crêem no cristianismo, no judaísmo ou no islamismo. O que vemos não são crimes pela causa do crime, mas sim crimes pela causa de uma religião.”

Um exemplo notável foram os assassinatos cometidos pelo grupo de Manson, na Califórnia, em 1969. Segundo o professor de História Jeffrey Russell, “Manson afirmava ser tanto Cristo como Satanás. . . . O seguidor de Manson, Tex Watson, anunciou, ao chegar para assassinar Sharon Tate: ‘Eu sou o diabo; estou aqui para realizar a obra do diabo.’” Mas, o satanismo nem sempre é tão às claras assim.

Feitiçaria, Espiritismo e Bruxaria

Certamente, a adoração de Satanás não se limita à adoração direta de Satanás por nome. O apóstolo Paulo alertou: “As coisas sacrificadas pelas nações, elas sacrificam a demônios.” (1 Coríntios 10:20) E adoração demoníaca é realmente o mesmo que adoração satânica, pois Satanás é chamado de “governante dos demônios”. (Marcos 3:22) Quais das práticas das “nações” podem ser identificadas como adoração de demônios, ou adoração de Satanás? As palavras de Deus a Israel nos dão alguns exemplos: “Não se deve achar em ti . . . alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro, ou alguém que prenda outros com encantamento, ou alguém que vá consultar um médium espírita, ou um prognosticador profissional de eventos, ou alguém que consulte os mortos. Pois, todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová.” — Deuteronômio 18:10-12.

Assim, somos avisados contra os sacrifícios de sangue e a comunhão dos espíritos praticados pelos pais-de-santo da macumba no Brasil ou pelos houngans e mambos do Haiti. E somos alertados contra práticas bem similares da Santeria, observadas por alguns exilados cubanos nos Estados Unidos. Alerta-se-nos também contra feiticeiros que afirmam comunicar-se com almas mortas para inspirar temor nos vivos. — Veja 1 Samuel 28:3-20.

A feitiçaria predomina em diferentes partes da África. Na África do Sul, por exemplo, os feiticeiros exercem grande poder, e as pessoas os levam muito a sério. Casos recentes na imprensa falavam de turbas queimarem vivas pessoas acusadas de provocar relâmpagos para golpear co-aldeões! Feiticeiros locais acusaram vítimas inocentes desses atos “não naturais” e daí as amarraram à uma árvore para serem queimadas. Tal crença na feitiçaria ou magia também é adoração de demônios.

Contudo, a feitiçaria não se restringe à África. Em 1985, Herbert D. Dettmer, que cumpria pena num centro correcional em Virgínia, EUA, recebeu o direito, concedido pelo Tribunal Distrital do Distrito Leste da Virgínia, de ter acesso a roupa e apetrechos para praticar a sua religião na prisão. E qual era a religião dele? Segundo os anais do tribunal ele era membro da “Igreja de Wicca (mais conhecida como feitiçaria)”. Assim, Dettmer ganhou o direito legal de usar enxofre, sal marinho, ou sal não iodado, velas, incenso, um relógio com despertador e um traje cerimonial branco na sua adoração.

Sim, segundo indicações, a feitiçaria está amplamente difundida no Ocidente. O jornal britânico Manchester Guardian Weekly publicou: “Há cinco anos calculava-se que havia 60.000 feiticeiros na Grã-Bretanha: hoje [1985] alguns feiticeiros estimam que tenha aumentado para 80.000. Prediction, a revista mensal de astrologia e ocultismo, tem uma tiragem de 32.000 exemplares.”

Satanismo e Música

O professor Russell, no seu livro Mephistopheles—The Devil in the Modern World, traz-nos à atenção outro modo pelo qual se promove os objetivos de Satanás. Ele escreveu: “O satanismo às claras desvaneceu-se rapidamente após os anos 70, mas, os componentes do satanismo cultural continuaram nos anos 80 na música rock ‘heavy metal’ (rock ‘pesado’) com a sua ocasional invocação do nome do Diabo e grande respeito pelos valores satânicos da crueldade, drogas, feiúra, depressão, libertinagem, violência, barulho e confusão, e falta de alegria.” — O grifo é nosso.

É possível que os músicos que incorporaram componentes do satanismo na sua música não levassem isso a sério. Talvez quisessem apenas chocar ou ser exóticos. Não obstante, algumas pessoas impressionáveis foram fortemente afetadas. O professor Russell diz que a “constante propaganda semi-séria para o mal tem tido efeitos desintegradores sobre mentes ingênuas e fracas. Um dos resultados tem sido uma erupção de crimes aterradoramente degenerados, incluindo o abuso de crianças e a mutilação de animais”.

Um caso recente abalou os nova-iorquinos. Segundo um jornal, um menino de 14 anos, “obsedado pelo satanismo”, matou sua mãe a facadas e daí se suicidou. Certo conselheiro familiar canadense declarou, conforme publicado na revista Maclean’s, que um crescente número de adolescentes angustiados confessaram praticar “satanismo, muitas vezes em combinação com drogas e as mais opressivas variedades de música rock pesado”.

Não É Simples Modismo

Um modismo que no momento se alastra nos Estados Unidos chama-se channeling (‘canalização’). As pessoas muitas vezes pagam centenas de dólares para participar em sessões em que um “canal”, isto é, uma médium, afirma pôr-se (os canais geralmente são mulheres) em comunicação com o espírito duma pessoa há muito falecida. No caso de um canal, segundo noticiado, as sessões “são periodicamente retransmitidas via satélite por uma rede de televisão para milhares de pessoas simultaneamente, em meia dúzia de cidades”. Tal tendência desacata flagrantemente o conselho bíblico de evitar médiuns espíritas e prognosticadores profissionais de eventos. Portanto, é um tipo de adoração que se pode classificar de adoração de demônios. E, como tudo o que é espiritismo, baseia-se na mentira satânica de que a alma humana é imortal. — Eclesiastes 9:5; Ezequiel 18:4, 20.

A Influência do Diabo num Mundo Cheio de Ódio

A horrível situação da humanidade neste século 20 nos faz perguntar se o alcance da influência de Satanás não é ainda maior. O professor Russell tocou nesse ponto, ao declarar: “No presente, quando se calcula que a capacidade dos arsenais de armas nucleares seja setenta vezes a necessária para matar todo vertebrado vivo na terra, estamos obstinadamente nos preparando para uma guerra que não beneficiará a nenhum indivíduo, nação, ideologia, mas que condenará bilhões a uma morte horrível. Que força nos empurra num caminho que diariamente fica mais perigoso? A quem interessaria a destruição nuclear do planeta? Apenas aquela força que desde o início tem desejado, com infinita crueldade e malignidade, a destruição do cosmos.”

Quem ou o que é essa força? O professor dá a sua própria resposta: “O Diabo tem sido definido como o espírito que procura invalidar e destruir o cosmos de Deus até onde o poder dele alcança. Será que a força que nos impele a fabricar armas nucleares não é a mesma força que sempre tem lutado para negar a sua própria existência? Na atual crise extrema de nosso planeta, não podemos descartar tal possibilidade.” Os cristãos certamente não descartam tal possibilidade! O próprio Jesus indicou a grande influência que Satanás exerce sobre este mundo ao chamá-lo de “governante deste mundo”. (João 12:31) Descrevendo a atual disposição mental de Satanás, o livro de Revelação (Apocalipse) diz que ele tem ‘grande ira, sabendo que tem um curto período de tempo’. (Apocalipse 12:12) Referindo-se ao que Satanás tenta fazer hoje, esse mesmo livro diz que ele usa a propaganda demoníaca para ajuntar os governantes deste mundo “para a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. (Revelação 16:14) Não, não se pode excluir a influência de Satanás, o Diabo, ao se tentar entender a razão do rumo insanamente autodestrutivo da humanidade.

O apóstolo Paulo chamou Satanás de “governante da autoridade do ar, o espírito que agora opera nos filhos da desobediência”, e “o deus deste sistema de coisas”. (Efésios 2:2; 2 Coríntios 4:4) Não é de admirar que muitos se perguntem se todas as atrocidades desta “esclarecida” era científica — duas guerras mundiais, genocídios na Europa e no Kampuchea (Cambodja), fome por motivos políticos na África, profundas divisões religiosas e raciais em todo o mundo, ódio, assassinatos, tortura sistemática, a criminosa subversão da humanidade por meio de drogas, apenas para mencionar algumas — não poderia estar seguindo o plano mestre da mesma força poderosa e diabólica decidida a afastar a humanidade de Deus e talvez até mesmo levá-la ao suicídio global.

Arranjo: Jhero

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